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Bolsonaro: uma aberração no comando dos destinos da nação brasileira/ Por Sérgio Jones

Diante da delicada situação social e política em que se encontra o Brasil, o presidente Jair Bolsonaro o arauto das proclamações, que de solene não tem nada, surge com mais um fake ao afirmar que ainda prevê “um problema sério” no Brasil, mas que não falaria qual é para não “estimular a violência”.

O que poderia ser mais sério do que a própria presença desse ser repulsivo e ignaro na condição de mandatário da nação brasileira?

O que pretende ele ao fazer tal premonição. Ao que parece, é que além de presidente quer encarnar o papel de vidente.

Também se saiu com o argumento tão tosco quanto a triste figura dele, ao afirmar que a pandemia do coronavírus está sendo usada para “humilhar” o povo e “quebrar a economia”. Procura, com esse pífio argumento, transferir responsabilidades.

Quem comprovadamente tem humilhado diuturnamente o povo brasileiro tem sido ele e o grupo de patifes que o apoia politicamente.

Em outro momento, apresentando sintomas de transtorno delirante em que a alteração do conteúdo do pensamento, em que não existe alucinações nem alterações de linguagem, mas em que a pessoa acredita fortemente numa ideia irreal, mesmo quando já foi comprovada que não é verdade.

Afirmou que seu “Exército é o povo”, a quem deve “lealdade absoluta”. Provavelmente deve estar a se referir ao gado do cercadinho do Palácio do Planalto.

O efeito Lula está provocando visíveis mudanças de comportamento no bestial presidente que abre mão do discurso belicista e parte em uma aventura popularesca, ao afirmar cinicamente, que deve lealdade absoluta ao povo brasileiro.

Quando a bem da verdade nunca foi leal nem mesmo para com a nação. Exemplo que ficou evidente durante a sua estada nas forças armadas brasileiras.

Bolsonaro foi punido com 15 dias de prisão. De acordo com o documento assinado pelos três coronéis, ele Bolsonaro “revelou comportamento aético e incompatível com o pundonor militar e o decoro da classe ao passar à imprensa informações sobre sua instituição”.

Não podemos nem devemos esquecer do plano terrorista maquinado por ele, conhecido como “Beco sem Saída”, que tinha como objetivo criminoso provocar uma série de explosões, inclusive na adutora do Guandu, entre outros comportamentos com considerável grau de delinquência, gerado por uma mente enferma.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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