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Bozo: quem tem medo de cagar, não come/ Por Sérgio Jones

Negacionista genocida

“Não temos como nos precavermos” de tudo que acontece “nesses 8,5 milhões de quilômetros quadrados”, disse o presidente se referindo a catástrofe ocorrida em Petrópolis.

Ao proferir tamanha asneira, mais uma vez o presidente genocida expõe a sua verve fascista e por extensão atesta a incompetência para administrar uma país do porte e da complexidade do Brasil.

“Vi uma intensa destruição. É uma imagem de guerra, lamentável. Tivemos uma perfeita noção da gravidade do que aconteceu aqui em Petrópolis”.

Bolsonaro para poder visualizar tal cenário deveria, neste momento, se encontrar diante do espelho no qual contemplava o próprio reflexo.

Quanto ao fato de ter feito a desprezível e inaceitável declaração de não ser possível “nos precavermos de tudo”. Demonstra de forma inequívoca a sua tendência assassina ao tentar justificar e terceirizar, como sempre faz, as suas responsabilidades enquanto gestor da nação brasileira.

A precaução existe, o que não existe é vontade política para minimizar ao máximo as tragédias anunciadas que se sucedem ao longo da história da administração assassina desse desgoverno.

Exemplo tem se caracterizado na prática, basta observar o comportamento adotado por ele, com relação ao combate da Covid-19. Governo negacionista tudo tem feito e contribuído, de forma direta e indireta para que a situação se agrave, cada vez mais.

O elemento bestial tudo faz para dificultar o combate a pandemia que já ceifou mais de meio milhão de vidas. E ainda tem a desfaçatez em se utiliza de forma inapropriada do nome de Deus objetivando comover e obter ganhos políticos junto ao povo, em ano de eleição. Presidente, quem tem medo de cagar, não come.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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