Brasil perde Geneton Moraes no Rio e Goulart de Andrade em São Paulo

O velório do jornalista e escritor Geneton Moraes Neto, que morreu no fim da tarde de segunda-feira, 22, será realizado na próxima quarta-feira, 24, das 8h às 13h, na capela 6 do Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio. Aos 60 anos, o pernambucano foi vítima de um aneurisma dissecante na aorta e estava internado desde maio deste ano na Clínica São Vicente, na Gávea, na Zona Sul carioca.

Casado com Elizabeth, ele deixa os três filhos, Joana, Clara e Daniel, e quatro netos, Beatriz, Dora, João Philippe e Francisco. Geneton começou na Globo no início dos anos 1980 e foi editor dos telejornais mais importantes do páis. Trabalhou no RJTV, foi editor-executivo e editor-chefe do Jornal da Globo, editor do Jornal Nacional, repórter e editor-chefe do Fantástico. Nos últimos dez anos, produziu reportagens especiais para a GloboNews.

Geneton também assinou documentários, longa-metragens e 11 livros-reportagens. Em 2010, dirigiu o documentário Canções do Exílio, exibido no Canal Brasil, com depoimentos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Mautner e Jards Macalé. Em 2012, dirigiu seu primeiro documentário de longa metragem produzido pela Globo News – Garrafas ao Mar: a Víbora Manda Lembranças.

Goulart de Andrade

Morreu na madrugada desta terça-feira (23), no Hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, o jornalista e apresentador Luis Felipe Goulart de Andrade, aos 83 anos. Ele tinha problemas no sistema cardiorrespiratório. Deixa a mulher, Margareth Bianchini, com quem esteve casado por 13 anos. Ele tinha três filhos, três netos e uma bisneta.

O velório será na Assembleia Legislativa de São Paulo a partir de 16h. Ainda não há informações sobre o sepultamento ou cremação.

Natural do Rio de Janeiro, tinha 61 anos de carreira, foi jornalista, publicitário, radialista, ator, diretor, diretor de cinema e TV e empresário do setor de comunicação. Na TV Globo, estreou em março de 1978 o programa “Comando da Madrugada”.

A partir de 1983, o Comando da Madrugada deixou de fazer parte da programação da Rede Globo e passou a ser exibido – sempre com o mesmo formato e, às vezes, com nomes diferentes – em várias outras emissoras. Também atuou no “Fantástico”, de 1973 a 1976, e no “São Paulo Especial”

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