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Colbert: a escolha de Sofia/ Por Sérgio Jones

Da esquerda para a direita: Luciano Ribeiro, Evaldo Martins, Pablo, Colbert Filho e José Ronaldo. Será?

Em Feira de Santana o prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), devido a sua notória e comprovada falta de habilidade política, mas uma vez volta a dar com os burros n’água.

Acertando, dessa vez, em cheio com um tiro de bazuca nas pretensões políticos de seu ‘fratello’. Empresário ausente no município e do cenário político baiano, Evaldo Martins. Que demonstra estar disposto a disputar uma vaga ao cargo de deputado federal.

Sendo apelidado, por alguns feirenses, como uma espécie de ‘ghost político’ que embora alguns acreditem em sua existência, ninguém consegue visualizá-lo.

A grande pedra no sapato do empresário, além do fato de ser ele, considerado com pouca ou nenhuma chance de se eleger, mesmo que hipoteticante o prefeito coloque na campanha o peso da máquina pública.

Mesmo assim, permanece um agravante político de maior peso nas pretensões do ‘fratello’. O fato de que Colbert é considerado dissidente de sua legenda partidária (MDB). Que se materializou a partir do instante em que ele contrariando a decisão partidária resolveu endossar o seu apoio ao pré-candidato a governador da Bahia, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (UB).

Curiosamente, é a mesma sigla partidária em que abriga o seu padrinho político, ex-prefeito José Ronaldo.

Como é do conhecimento de todos, o MDB endossa o seu apoio político a chapa do petista Gerônimo Rodrigues. Caso esse quadro político permaneça haverá dificuldades para que a campanha do emedebista, Evaldo Martins, decole.

Ela sofrerá alguns reveses no horário eleitoral gratuito, no repasse de ajuda oriundo do fundo eleitoral, entre outros.

Mas como professa os entendidos, a política é a arte do possível e até mesmo do impossível. Resta saber nessa ‘escolha de Sofia’ qual será a postura a ser adotada pelo prefeito.

Se ficará ao lado do seu padrinho político ou se fará um pacto de laços de sangue com o seu estimado ‘fratello’.

Mas como é do conhecimento geral Colbert, como a história já comprovou de forma exaustiva, não é chegado a se submeter a grandes sacrifícios de caráter pessoal.

Se este for o caso, a postura política atual a ser adotada pelo prefeito não sofrerá nenhum tipo de alteração, devendo permanecer a mesma. Como sentencia o velho adágio popular: Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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