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Como fazer o cachorro louco parar de latir? / Por Sérgio Jones

Bolsonaro o cachorro louco

Com gritos histriônicos e usando como recursos xingamentos, provavelmente fruto de sua escassez vocabular, o presidente genocida Jair Bolsonaro volta a blaterar:

“Imagine acabarmos as eleições e pairar para um lado, ou para o outro, a suspeição de que elas não foram limpas”?

A pergunta que vale milhões de dólares, como alguém tão sujo pode pleitear por algo limpo?

Há muitas maneiras que explica esse comportamento de cachorro louco, adotado pelo atual arremedo de mandatário. Dentre os inúmeros diagnósticos um deles pode jogar uma luz sobre essa tragédia política que tomou conta do país.

Um forte sentimento de tédio associado ao medo com relação ao que o futuro lhe reserva. Provavelmente um estágio em algum presídio de segurança máxima, pelos muitos crimes coletivos perpetrados contra a humanidade.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a dar visíveis sinais, nesta segunda-feira (16), de nervosismo e exaltação ao dizer que as eleições presidenciais de 2022 podem “ser conturbadas”.

Em termos de conturbação se encontra ele e seus seguidores por serem portadores de graves distúrbios mentais.

Quanto ao resto o que sobra não deixa de ser bravatas, modo de agir de quem faz alarde de uma coragem que não possui.

Toda a demonstração de show de horrores exibida pelo presidente com discurso repleto de palavrões teve como cenário a cerimônia a da 36ª Edição da Apas Show, em São Paulo, durante evento do setor de supermercados.

Ato que podemos denominar como ação praticada pelo mandatário da nação. Que se comportou com uma visível indelicadeza. Ele agiu tal qual a metáfora “elefante em loja de porcelanas”. Durante a cerimônia de abertura da 36ª Edição da Apas Show, em São Paulo, um evento do setor de supermercados.

“Se a gente se entregar, vocês [empresários] vão levar 50 anos ou mais para voltar a situação que está hoje em dia. Não sou fodão, não, mas creio que já dei provas mais que suficientes a todos que a gente tem que conduzir com pulso firme o destino do Brasil”, enfatizou o delirante e ensandecido rebotalho que menos se assemelha ou aparenta a um ser humano.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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