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Deputado bolsonarista emerge do lodo pantanoso da história e chama o Papa de vagabundo/ Por Sérgio Jones

Deputado Frederico candidato a Santanás

De acordo com a Terceira Lei de Newton (Princípio da Ação e Reação) diz que toda força de ação existe uma força de reação que possui o mesmo módulo e direção, porém em sentido contrário. Conceito prático que no momento está sendo utilizado após a realização da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB).

Conferência em que ficou decidido a entrega à presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), na tarde desta segunda-feira (18), de uma carta cobrando punição contra o parlamentar bolsonarista Frederico D´Àvila (PSL), pelas agressões e impropérios incompatíveis com o cargo proferido por ele contra o arcebispo Dom Orlando Brandes e a figura do Papa.

O ato bestial aconteceu no sábado (14/10). Na oportunidade, o deputado fez diversas ofensas ao arcebispo, que no sermão do Dia de Nossa Senhora Aparecida, disse que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada”.

Tal observação fez com que o deputado agisse de forma descontextualizada com a liturgia do cargo que ocupa. Em total desrespeito as autoridades religiosas e por extensão à toda comunidade católica do mundo, em seu abominável discurso os classificou como “vagabundo” e safado”.

Já imaginou se tal ofensa fosse direcionada contra o profeta Maomé?

Com certeza este arremedo de parlamentar já se encontraria na condição de portador de um passaporte pronto e totalmente carimbado de viagem com destino para o além, sem direito a retorno.

O que eliminaria, de forma definitiva, a oportunidade e a tentação por parte dele se repetir, se arrepender ou permanecer no erro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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