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Dia internacional da mentira: Bolsonaro conquista seu espaço no calendário brasileiro/ Por Sérgio Jones

O dia 1° de Abril, de conhecimento nacional, por ser considerado o dia da mentira, que na minha modesta opinião deve ser conhecido não mais como tal. Proponho que passe a ser denominado no Brasil como o dia do Bozo.

As mentiras proferidas pelo presidente genocida, Jair Bolsonaro, é o que podemos considerar como endêmicas. É uma coisa que tem sido muito presente na vida dos brasileiros.

O presidente Pinóquio dentre as inúmeras e costumeiras mentiras ditas por ele uma das mais conhecidas tem sido com relação a pandemia da covid-19, em que negou a gravidade do vírus, defendeu medicamentos sem eficácia para tratar a doença, além de ter recusado, e adiado ao máximo, a compra de diversas vacinas utilizadas pelo mundo.

O mandatário, talvez devido as suas fortes ligações bovinas, vendeu e divulgou a ilusão, para uma parte da população, de que a ‘imunidade de rebanho por contaminação seria a solução para debelar a pandemia.

O curioso é que se tivéssemos como destacar as diversas mentiras propaladas por ele, que por si só já pode ser considerado como um gigantesco engodo político. Teriamos que elaborar uma lista interminável, com começo sem definição de sua conclusão. Pois elas acontecem diuturnamente.

Não contar a verdade ou negar o conhecimento sobre alguma coisa verdadeira tem sido a prática de Bolsonaro.

De acordo com afirmações e estudos feitos pelos entendidos sobre o tema, a definição mais precisa para tal comportamento tem ligação direta com fatores psicoemocionais complexos como ansiedade, medo, insegurança e frustração.

PrimeiroImportante lembrar que a mentira é tanto prejudicial para o mentiroso como para “nosoutros”, caras-pálidas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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