Feira faz opção pela política do mais circo e menos pão/ Por Sérgio Jones

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email

O poder é mesmo sedutor e despudorado, atraem os piores e corrompe os melhores, essa demonstração nos é apresentada diariamente e ganha mais visibilidade, em ano eleitoral.

Digo isso em função de situações patéticas praticadas pelos políticos para agradar seus líderes e acima de tudo, obter dividendos eleitorais. Práticas essas, que se evidenciam também no contato diário mantidos com o povo. É um verdadeiro vale tudo e salve-se quem puder.

Como é do conhecimento geral, nessa sexta-feira (02), o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, esteve aniversariando. Oportunidade em que se tornou alvo de manifestas demonstrações de carinho, em grande parte feitas pelos seus áulicos de plantão. Que disputavam um lugar na fila para participarem do ritual do beija mão.

Mas o que nos chamou a atenção foi comportamento adotado por uma de suas excelências do legislativo feirense, que em completo estado de êxtase orgástico fez a ridícula e descontextualizada declaração: ”Colbert, eu te amo”.

Há quem viu nessa ação um ato de exacerbação por parte da declarante. Entretanto, muitos acreditam ser tal comportamento explicável por estarmos vivenciando um ano atípico, ano eleitoral.

Tais arroubos desses tipos de sentimentos afloram das mais diversas maneiras. Sendo o mais comum, para quem adota essa prática de servilismo, que é de ficar bem na fita diante daquele (s) que eles ou elas consideram como uma espécie de passaporte, que tem condições de garantir a sua permanência e continuação, nos podres poderes.

Afinal a subserviência tem sido uma prática adotada, com muita frequência, entre essa classe política da terrinha de Lucas. Classe que habitualmente se intitula e se autoproclama, representantes do povo e de seus ideários.

O que na realidade representam essa casta despudorada são os seus próprios e mesquinhos interesses, tendo como objetivo continuar vivendo e desfrutando de excelentes salários. Em contrapartida oferecendo pouco, para o muito que recebem.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

OUTRAS NOTÍCIAS