Feira: frota de ônibus deficitária enquanto sobra catracas nos terminais/ Por Sérgio Jones

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O povo denuncia péssimo transporte coletivo na cidade

O governo do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, tem se especializado na prática de pegar a parte pelo todo.

O que significa dizer que as tomadas de decisões que lhes são impostas pelo ex-prefeito, imediatamente é colocada em prática por ele. Tais medidas visam apenas manter, prolongar e tapear o povo.

O problema sobre mobilidade urbana, na terrinha de Lucas, é crítico e se arrasta por anos, sem que medidas efetivas sejam adotadas para solucionar a grave crise no setor.

Toda essa mazela é resultado da incúria, que assola e tomou conta das sucessivas administrações, ao longo de duas décadas de administrações irresponsáveis e desastrosas. Quem vem tendo continuidade com a atual administração, que está turbinando os problemas herdados.

Há décadas que a frota de ônibus existente no município é ineficiente, para atender a demanda da população. A tão decantada em prosa e verso questão do BRT como solução final, não passa de quimera.

A sua construção se arrasta por cerca de cinco anos, os custos investidos superam, em muito, o que foi orçado inicialmente. Tudo deixa transparecer que o problema ainda vai perdurar e se arrastar, por um bom tempo.

O atual governo municipal se especializou, principalmente nesse ano eleitoral, promover uma espécie de maquiagem perversa com divulgações da implantação de catracas eletrônicas em terminais de embarque e desembarque, bem como nas estações, que serão utilizadas pelos passageiros.

Também alerta para o fato de que serão instalados os sensores das portas dos dois lados dos terminais, que abrirão à circulação das pessoas assim que o veículo estacionar – iniciativa que tem como objetivo a prevenção de acidentes.

Cita como etapa seguinte a instalação dos equipamentos eletrônicos que farão a leitura dos cartões – e a consequente liberação de acesso ao terminal, onde serão creditados os valores das passagens.

Enquanto eles continuam dourando a pílula, o ponto principal da questão, a melhoria e ampliação da frota de ônibus existente, é esquecida de forma vergonhosa pelo poder público.

Suas excelências, como é do conhecimento geral, não se utilizam desse modal de transporte rodoviário. Para isso contam com uma frota de veículos particulares pagas e mantidas através de recursos públicos. O que os torna insensíveis ao problema.

Enquanto a situação se arrasta por longos e intermináveis anos, impera na cidade sem lei, a prática criminosa do uso do transporte clandestino.

A falta de disciplina no setor promove a alegria de poucos, e o desespero de muitos que se utilizam desses meios de transportes, poucos ou nada confiáveis. O que coloca em risco a integridade físicas de seus usuários.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@ live.com)

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