Médico do STF exonerado afirma que superiores sabiam do pedido de vacinas

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email

Marco Polo Dias Freitas desmentiu o presidente do STF, ministro Luiz Fux, que havia informado que não sabia do pedido à Fiocruz para a reserva de sete mil doses da vacina contra a Covid-19

O médico e ex-secretário de serviços integrados de saúde do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Polo Dias Freitas, exonerado pelo presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, após pedir à Fiocruz que fossem reservadas sete mil doses da vacina contra a Covid-19 para a Corte e seus servidores, afirmou que “nunca realizou ato administrativo sem a ciência” de seus superiores.

Fux havia dito publicamente que, sem seu conhecimento, Marco Polo teria feito a solicitação à Fiocruz.

O especialista, porém, desmentiu o presidente do STF em entrevista à Folha de S. Paulo, afirmando que respeita “rigorosamente” a hierarquia administrativa no tribunal.

“Nesses 11 anos no STF, nunca realizei nenhum ato administrativo sem a ciência e a anuência dos meus superiores hierárquicos. Continuarei, como médico, de corpo e alma, na luta diária pela saúde e bem-estar das pessoas.”

“Em relação às notícias veiculadas na imprensa que envolvem meu nome, informo: tenho 33 anos de serviços públicos prestados à comunidade. Sou médico concursado do STF desde setembro de 2009. Fui Secretário da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde do STF nas gestões do Excelentíssimo Senhor Ministro Ricardo Lewandowski, da Excelentíssima Senhora Ministra Cármen Lúcia e do Excelentíssimo Senhor Ministro Dias Tofolli, com reconhecimento pelos serviços prestados”, falou.

Tentando minimizar o erro cometido, o presidente do STF exonerou o servidor. O ato é muito mais grave do que solicitar a reserva de vacinas. é claro que instituição pode fazer o pedido pedido de reserva desde que acompanhe o escalonamento a ser adotado para sua realização.

Não souberam administrar a informação divulgada e apontaram um culpado. Vergonha para a instituição do mais alto poder jurídico do país.

cljornal com informações do Brasil 247

OUTRAS NOTÍCIAS