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Mentira: legado deixado pelo vereador afastado da Secretaria de Meio ambiente de Feira/ Por Sérgio Jones

Vereador José Carneiro

A falta de realizações efetivas, enquanto esteve à frente da Secretaria de Meio Ambiente, fez com que o ex-presidente da Câmara Municipal, vereador José Carneiro (MDB), na época tendo a sua gestão envolvida em sucessivos escândalos de supostos atos de improbidade administrativa, durante a sua malfadada gestão.

Se utilizasse de falsas premissas ao anunciar de forma despudorada à imprensa, com relação ao afastamento da Secretaria de Meio Ambiente durante o seu retorno para à Câmara Municipal. Sob a alegação de ter deixado um grande legado de seu trabalho frente a esta secretaria.

Qual trabalho cara pálida?

Na falta da prática de atos que referendasse sua atuação junto aquele órgão do governo municipal. Se utilizou do falso argumento, ao fazer uso da tribuna no legislativo, para declarar ter deixado um grande legado, conscientização quanto ao combate à poluição sonora, por meio do projeto Feira Quer Silêncio.

Afirmação essa, que na prática jamais aconteceu. Se utilizando sempre da manipulação da verdade disse ter realizado: “Fiscalização sem truculência, conscientizando as pessoas, em especial aqueles que trabalham com som, e acredito firmemente que obtivemos o entendimento que truculência não leva a lugar nenhum”, destacou.

Falar em truculência esquece sua excelência que bem pouco tempo atrás foi levado às barras da justiça por ter ameaçado de agressão o jornalista Sérgio Jones.

O fato surgiu em decorrência de matéria que circulou em sites de Feira de Santana, em que acusava ele ser portador de carteira de habilitação, sem estar apto para fazer uso da mesma.

O questionamento surgiu em função do fato de ter a Ciretram de Feira de Santana ter concedido ao vereador carteira de habilitação mesmo estando ciente de que o solicitante sofre de doença degenerativa que compromete, em torno de 80%, sua acuidade visual.

Inconformado com a veiculação da matéria feita e assinada por outro jornalista da cidade. Resolveu simplesmente partir para a tentativa de agressão física e xingamentos realizados na presença de vários servidores na área física do legislativo.

Tendo como alvo e vítima o citado profissional da imprensa.. Calcado na mera suposição de que o mesmo tinha algum envolvimento com relação a veiculação e formatação da matéria editada.

A vítima não aceitou as provocações feitas pelo pseudo vereador pacifista. Registrando em seguida ocorrência policial. Também ingressou na justiça.

Oportunidade em que sua excelência foi punido e foi compelido a efetuar pagamento no valor de um salário mínimo para a justiça, além de se submeter a outras penalidades.

Se tal comportamento adotado na época pelo presidente do legislativo feirense tem caráter pacifista, ele precisa urgentemente consultar um bom dicionário. Para que possa compreender o significado do vocábulo, que pelo visto ignora completamente.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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