Tempo - Tutiempo.net

Quando interesses se sobrepõem à razão, a guerra é inevitável/ Por Sérgio Jones

A guerra nuclear será evitável?

Historicamente a humanidade sempre conviveu sob o signo do flagelo, seja de ordem natural ou provocado pelo próprio ser humano.

Enquanto prevalecer a avareza, a ganância, egoísmo em detrimento da razão os resultados, desta perversa equação continuarão sendo catastróficos para a humanidade.

O que se encontra por trás desse cenário de guerra que estamos a assistir tem como fundo e origem na Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN), que tem como objetivo chegar às fronteiras russas.

Tocado sob a batuta do império Yankee, em plena decadência. Em 2014 houve por parte do governo Barack Obama, e, agora, o governo Joe Biden a tentativa, mais ou menos, de refazer a mesma movimentação anterior. De acordo com explicações fornecidas por especialistas do assunto.

Além do fato de que há oito anos, golpe apoiado pelos EUA e por países satélites europeus, juntos engendraram manobras que culminaram com a destituição do então presidente ucraniano Viktor Yanukovich, eleito em 2010, com amplo apoio da população do leste da Ucrânia.

O que resultou na insatisfação com a situação dos habitantes da região identificados com a Rússia. Estes se recusaram a aceitar a subordinação a um governo ucraniano provisório considerado por este segmento da população como ilegítimo e manipulado descaradamente pelo Ocidente.

Diante da tragédia humana que as guerras provocam não vai faltar arautos de plantão para anunciarem que o mundo está fora de controle.

E quando foi que deixou de existir esses tipos de flagelos com pandemias e guerras, ao longo da história da humanidade? Controle total nunca houve e se quisermos permanecer por mais algum tempo sobre a face da terra, temos que repensar os nossos valores, e viver em mais harmonia, e mais respeito para com a natureza.

A nossa existência enquanto ser humano é efêmera. É preciso que entendamos, de uma vez por todas, se nada trazemos ao nascer, nada levaremos após a morte.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email

OUTRAS NOTÍCIAS