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Recado de ACM Neto: companheiros poderão ir para o sacrifício/ Por Sérgio Jones

Quem vai para o sacrifício Cara Pálida ?

Como cita com muita propriedade, Rita Lee em uma das músicas de sua autoria: Me cansei de Lero-lero/Da licença, mas eu vou sair do sério/ Quero mais saúde…

Essa música me veio à lembrança ao me deparar com as mais estonteantes promessas feitas por profissionais políticos que jamais, em tempo algum, cogitaram pensar nos reais e legítimos interesses do povo brasileiro.

Especificamente, na Bahia, essa prática não é exceção, é regra. Com a aproximação do pleito eleitoral suas excelências faltam com o pudor que lhe resta, sé é que ao longo de sua vida tiveram algum.

Aberta a temporada de caça os eternos caciques da política da República do Acarajé, começam a lançar mão de todos os artifícios e artimanhas conhecidos para atingirem os seus e não do povo, como procuram deixar transparecer, mesquinhos interesses e continuarem se refestelando dos podres poderes.

Em recente pronunciamento feito à imprensa baiana, pelo grupo liderado por ACM Neto (União Brasil). Ele deixou claro que a orientação com referência na composição e montagem de sua chapa majoritária o que vai prevalecer, das quatro operações conhecidas na matemática, será o cálculo de adição que tem como meta, somar para ganhar.

Nessa caminhada, como já é de praxe, alerta para o fato de que alguns companheiros poderão ir para o sacrifício.

Há quem por aqui, na terrinha de Lucas, garanta que o recado tem endereço certo, e este se chama Zé Ronaldo (DEM).

Entretanto, o ex-prefeito feirense ainda parece acalentar um sonho, que tem tudo a ver em se transformar em pesadelo, que é o desejo de fazer parte da chapa de ACM.

O que deixa transparecer uma imensa dificuldade de Zé Ronaldo em lidar com a realidade do cenário político, que no momento, se desenha na Bahia. O que nos resta é aguardar o desenrolar dos fatos.

Para muitos analistas, da terra do dendê, neste ano eleitoral o ex-prefeito feirense vem sendo considerado pelos companheiros de copo e de cruz, como uma espécie de carta fora do baralho.

No que concerne a uma possível composição na condição de vice na chapa de ACM Neto. Será este mais um enigma ou uma assertiva da política baiana?

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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