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Educadores discutem a efetivação da Base Nacional Comum Curricular

Foto: Joseane Rodrigues

Gestores, professores e coordenadores pedagógicos das unidades escolares de Salvador e região metropolitana participaram, nesta quinta-feira (13), no auditório da Secretaria da Educação do Estado, da roda de conversa “Diálogo Construtivo sobre a Base Nacional Comum Curricular – BNCC: currículo e formação humana integral”.

A ação visa efetivar a BNCC nas escolas e aprimorar a discussão para aperfeiçoar as práticas pedagógicas no Ensino Fundamental através do que já está previsto nas Orientações Curriculares e Subsídios Didáticos para a Organização do Ensino Fundamental de Nove Anos e, agora, nas novas Orientações Nacionais.

O Superintendente de Políticas para a Educação Básica, Ney Campelo, explicou sobre a importância do debate em relação à BNCC e que a iniciativa deve ser aplicada em outras regiões do Estado. “Não tem outro caminho, temos que levar o debate, sobretudo, para o órgão central da Educação que é a escola, o ambiente de reflexão crítica e a apropriação dessas diretrizes que serão aprovadas pelo conselho e com, provavelmente, nossas contribuições. Esse tipo de reflexão precisa alcançar todos os nossos 27 Núcleos Territoriais de Educação”, afirma.

Para falar sobre os temas “Diálogos Construtivos sobre a BNCC” e o “Desafio de pensar o “comum” na pluralidade brasileira”, foram convidados o professor da Universidade Federal da Fronteira Sul, Élsio José Corá, que também atuou como coordenador geral do Ensino Fundamental do Ministério da Educação (MEC), até o ano de 2016, e Taylane Santos do Nascimento, formadora do Pacto Estadual pela Educação, da Secretaria da Educação do Estado.

“O desafio nosso é entender como vai ocorrer a implementação desta política pública nos diversos sistema de ensino, contemplando todas essas singularidades de cada região do país e que cada território baiano tem. A ideia que estamos pensando é de como fazer funcionar um currículo que tenha uma base nacional comum num país que é tão diversificado”, conta Taylane Santos.

O diretor do Colégio Estadual Paulo Américo, Ricardo Monteiro, falou da importância deste diálogo para os professores. “Dialogar sobre um documento tão importante para nossa educação é essencial para nós que buscamos, a cada dia, o melhor para nossos estudantes”, afirma. Já a diretora do Colégio Estadual Bento Gonçalves, Mônica Bonfim, fala que a ação é esclarecedora. “Precisamos de momentos como este para a efetivação da BNCC nas unidades e, assim, ajudar a construir ações para que possamos aprimorar as práticas pedagógicas nas nossas escolas”, acredita.

Secretaria de Educação da Ba

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