Mercado brasileiro de beleza dá lucro e já é o terceiro no mundo

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O mercado brasileiro de beleza está em terceiro lugar no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e o Japão. A profissão de cabeleireiro normalmente nascia na informalidade, por influência de alguém da família que atuava na área.

Há pelo menos cinco anos, um número expressivo de pessoas sem opção de trabalho resolveu entrar nesse mercado devido ao retorno rápido e à fácil capacitação. A explicação foi dada por Carlos Oristânio, coordenador do curso de estética e cosmética da Universidade Cruzeiro do Sul, primeira instituição no estado de São Paulo a ter um curso de graduação voltado para a área.

Segundo Oristânio, com a existência de uma universidade, as escolas e os centros técnicos começaram a melhorar seus cursos e a qualificação dos alunos. De acordo com o coordenador do curso, antes da universidade os interessados iam às escolas e passavam por três passos – o lavatório, as tesouras e os tipos de corte, “Quando fazia isso, formava esse cabeleireiro. Hoje, isso não é suficiente. Há vários artigos científicos que mostram a evolução da profissão”.

Na avaliação da coordenadora administrativa do Instituto Loreal, Lidia Leya Saporito, os cursos técnicos atuais passaram a preparar melhor os profissionais para que eles possam acompanhar as exigências do mercado.
Lidia reforçou que o cliente mudou: está muito mais exigente e consumista em relação à aparência. Os que não se atualizarem ficarão para trás.

Fonte: Redação/Agência Brasil

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