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Presidente da Petrobrás, José Mauro renuncia e Márcio Andrade Weber e nomeado interinamente

José Mauro Ferreira Coelho renuncia a presidência dsa Petrobrás

A Petrobrás anunciou na manhã desta segunda-feira (20) a renúncia de seu presidente, José Mauro Coelho.

“A Petrobrás informa que o senhor José Mauro Coelho pediu demissão do cargo de presidente da empresa na manhã desta segundo-feira (20).

A nomeação de um presidente interino Já foi indicada pelo presidente do Conselho de Administração, Márcio Andrade Weber. trata-se de Fernando Borges, 38 anos de experiência profissional na companhia, e assume a presidência interinamente.

 Após indicação do interino, a partir de agora roda nomeação de presidente da companhia será examinada pelo conselho de adminstração da Petrobrás. Fatos relevantes serão prontamente comunicados ao mercado”, diz nota da empresa.

O presidente e aliados, incluindo o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), intensificaram a pressão sobre Coelho neste final de semana, como forma de forçar sua renúncia.

Na sexta-feira, sob o comando de Bolsonaro, a Petrobrás anunciou um novo reajuste nos combustíveis: de 14,26% para o diesel e de 5,18% para a gasolina.

O governo federal tenta estabelecer um maniqueísmo com a Petrobrás, jogando para a petrolífera toda a responsabilidade pela alta dos combustíveis no Brasil.

O governo federal é, todavia, o acionista majoritário da empresa e cabe a ele nomear seu presidente e metade dos conselheiros, responsáveis por definir a política de preços da Petrobrás.

Revogando o Preço de Paridade de Importação (PPI), que dolariza os combustíveis no Brasil, o preço voltaria à normalidade no país. Bolsonaro, entretanto, não tem coragem para contrariar o mercado financeiro e a mídia corporativa, que estão à serviço dos acionistas minoritários da Petrobrás para sugar a renda dos brasileiros.

Em 24 de maio, Bolsonaro já havia indicado um novo presidente para a companhia: Caio Mário Paes de Andrade, que foi secretário de Desburocratização do Ministério da Economia.

Coelho, no entanto, resistia à renúncia, aguardando uma assembleia extraordinária de acionistas, que não tinha data para ocorrer, para que fosse destituído do cargo. Não resistiu, Como não resistiu José Mauro Coelho.

Bolsonaro destrói a Petrobrás para ficar mais fácil privatizar

cljornal com informações do Brasil

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