A decadência de Neymar na seleção

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Neymar vive um período difícil na seleção brasileira. Tido como grande esperança para a Copa, o craque está frustrando a torcida com atuações abaixo do esperado.

O que impressiona é que Neymar começou jogando muito bem pela seleção. Sua estreia foi contra os Estados Unidos, ainda em 2010, quando o Brasil ganhou por 2 a 0. Os gols foram dele, de cabeça, e de Pato.

Uma das melhores atuações do atacante com a camisa da seleção foi em 2011, contra a Escócia. O atleta fez os dois gols da vitória por 2 a 0.

Na Copa América, em 2011, a seleção deu vexame. Nas quartas de final, contra o Paraguai, ele foi facilmente anulado pelos marcadores e o final todo mundo lembra: fomos eliminados nos pênaltis, com cobranças horrorosas.

A Copa América foi um dos pontos de partida para que as coisas começassem a se complicar para o camisa 11 e para a seleção. O Brasil perdeu o amistoso para a Argentina, nos Estados Unidos, pouco antes das Olimpíadas de Londres. O placar foi de 4 a 3, com show de Messi. Já Neymar não brilhou como era esperado.

Em 2013, sob o comando de Felipão, o atacante apagou de vez. Na primeira partida, contra a Inglaterra, o craque foi facilmente anulado e não criou jogadas efetivas. O Brasil perdeu o jogo por 2 a 1.

Já contra a Itália, mesmo tendo feito um bom primeiro tempo e até ter dado passe para gol, na segunda etapa parecia que ele não estava em campo. O jogo terminou 2 a 2, mas uma vez sem gol do craque.

No último jogo pela seleção, contra a Rússia, o Brasil sofreu para empatar no final. Ele praticamente não pegou na bola, pouco fez em campo. Apesar de elogiar o camisa 11, Felipão afirmou que Neymar “não é insubistituível”.

Fonte: Redação / R7

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