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Oscar Schmidt revela que ainda luta contra câncer no cérebro

Oscar Schimidt ainda luta contra o câncer

O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, de 53 anos, revelou que ainda continua sua luta contra um câncer no cérebro. “Tô brigando pela minha vida aqui, meu amigo”.

Oscar, que já passou por duas cirurgias para retirada do tumor, em 2011 e 2013, contou que vem passando por sessões de quimioterapia constantes, sem prazo para terminar.

Ele contou que ainda continua sua luta contra um câncer no cérebro. A revelação foi feita pelo ex-atleta ao programa “Ticaracatica Cast”, apresentado por Bola e Carioca, ex-integrantes do “Pânico”, no YouTube.

“Eu continuo fazendo, a quimio [quimioterapia] nunca para. Se o médico quiser para. Um dia ele falou que estava pensando em parar a quimioterapia, daí eu falei ‘você quer me matar? Tá dando tudo certo, vai parar para quê?”, disse Oscar na entrevista.

“Eu perdi o medo de morrer, mas eu morria de medo de morrer. Perdi porque vencer um câncer a vida fica maravilhosa. Tenho a vida que pedi a Deus, a vida que eu sonhei.”

Oscar é um dos maiores jogadores da história do basquete mundial.

Conheça o câncer de cérebro de Oscar Schmidt.

O “Mão Santa”, como Oscar Schmidt é chamado, foi diagnosticado com glioma, tipo de câncer localizado na parte frontal esquerda do cérebro.

A escala de gravidade desse tumor vai de 1 a 4, sendo o primeiro benigno e o quarto, o mais grave.

No caso de Oscar, o câncer foi identificado como maligno de grau 2, considerado baixo. Em 2013 a doença evoluiu para grau 3.

Um tumor no cérebro pode aparecer em qualquer idade e as causas são variadas e muitas vezes desconhecidas. Além de dores de cabeça persistentes, os sintomas podem incluir agitação motora e convulsão.

De acordo com o neurocirurgião Sergio Hideki Suzuki, do hospital AC Camargo, é importante não se apavorar ao perceber algum desses sinais.

“Se um tumor cerebral for de fato diagnosticado, vale saber que muitos são benignos e outros tantos tratáveis com cirurgia, radioterapia, ou outras condutas terapêuticas”.

O primeiro passo é procurar um médico para entender o diagnóstico. Um tumor pode ser identificado em uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Esses dois exames conseguem dimensionar o tumor e dar sua localização exata.

Nesse caso ele deverá pedir exames complementares, tais como: eletroencefalograma, tomografia computadorizada, ressonância magnética, entre outros. Radiografias simples do crânio e do cérebro não ajudam muito no diagnóstico da grande maioria de tumores cerebrais.

Dependendo da localização, alguns tumores cerebrais podem apresentar sintomas específicos. Tais como:

Dor de cabeça intensa, como uma pressão no crânio. Acompanhada de náuseas, vômitos (especialmente ao acordar) e visão embaçada, sonolência;
Convulsões; perda da audição ou visão ou dormência de alguma parte do corpo; dificuldades motoras, ou para caminhar, ou executar tarefas simples; alterações de personalidade ou de raciocínio e dificuldade para falar, entre outros.

RCL

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