Romário: alguém viu a Veja por aí?

Romário cobra resposta da Veja

Estou até agora aguardando uma resposta dos repórteres, editores e da revista Veja sobre o extrato falso de banco que eles usaram para divulgar que eu tinha uma conta milionária na Suíça.

Avisei aos repórteres Thiago Prado e Leslei Leitão que era mentira, mas mesmo assim eles levaram a matéria adiante, assumindo a responsabilidade da publicação.

Então, eles devem responder agora. De onde veio o documento?

Está mais que na hora dos veículos de imprensa, tão essenciais para nossa democracia, assumirem a responsabilidade pelas informações publicadas.

Neste caso, sendo um documento falso, o sigilo da fonte não é garantido. Eles têm que revelar qual a origem do documento.

Romário, não são só eles, sumiu todo mundo.

Sabe a Polícia Federal?

O Ministério Público, de quem a Veja diz ser a posse do extrato falso?

Estão quem sabe, reunidos com o pessoal da Veja, discutindo o que fazer diante de tamanha encrenca.

Nem uma mísera perícia no documento, se é que ele está mesmo com o MP.

Sé é verdadeiro, problemas para o baixinho.

Mas se é falso, como ficam as coisas?

Se depender da “imprensa livre” do Brasil, ficam como estão: um denúncia gravíssima, a de forjar documentos criminalizando um senador da República depende, quase que exclusivamente, da reação dos internautas nas redes sociais  para ser esclarecida.

O silêncio ensurdecedor das instituições – a imprensa entre elas – é mais que uma vergonha, é um crime.

Fernando Brito

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