ACM NETO REBATE WAGNER: “ELE QUE CAUSOU ESSA CELEUMA”

Continua rendendo a batalha que está sendo travada entre ACM Neto (DEM) e Jaques Wagner (PT) por causa da licitação do transporte público de Salvador, três empresas apresentaram propostas.

Depois de o governador dizer que o prefeito “fez uma patacoada” e levou pedido de suspensão do processo licitatório para “o lado político”, o democrata reagiu e, em nota, à imprensa, disse que é Wagner “o responsável por toda essa celeuma”.

“Eu, infelizmente, não posso deixar de questionar porque o governador, quando o processo licitatório está chegando ao fim, que durou mais de um ano, tão importante para a cidade, e logo agora, nas vésperas da eleição, ele faz isso. Quem provocou toda essa celeuma, essa discussão, foi o governador, não fui eu”, disse ACM.

Prefeito disse ainda que lamenta postura do petista. “Acho lamentável que o governador queira criticar a licitação de transportes, tão importante para melhorar o transporte de Salvador, exatamente em um dos pontos que acho positivo, que é o fato de que a prefeitura vai fazer a licitação e mesmo assim ainda vai levantar R$ 160 milhões que serão revertidos para investimentos, mobilidade urbana, em soluções de transporte”.

ACM Neto disse ainda que há diferenças entre os modelos de licitação do Estado e do Município.

“As licitações do governo do Estado são feitas em um modelo em que o governo é obrigado a se endividar e, é bom lembrar, que o governo teve de antecipar a receita de royalties em um projeto controverso aprovado na Assembleia Legislativa para pagar esses financiamentos.

À Fonte Nova, o governo tem que colocar todo ano R$ 100 milhões para pagar o privado. No caso do metrô, vai ter de colocar mais de R$ 120 milhões por ano. Esse é um dinheiro comprometido pelo povo de Salvador e da Bahia”.

E para fechar a conta, o democrata disse que o modelo de licitação da prefeitura ainda dá retorno aos cofres da cidade.

“No caso nosso, da prefeitura, é o contrário. A gente quando faz a concessão de um serviço, quando a gente faz uma licitação, a gente ainda cobra dinheiro dos empresários. Se eles vão ganhar dinheiro explorando o serviço, eles têm de pagar à cidade. Pagar ao cidadão”.    

Fonte: Assessoria

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