Desembargadora do TJ-BA e filho devem ir para prisão domiciliar por possível delação

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A desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), e o filho Vasco Rusciolelli deverão ficar em prisão preventiva domiciliar com uso de tornozeleira, a partir da tarde desta quinta-feira (24), por determinação do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A conversão da prisão preventiva em domiciliar sinaliza que o acordo de delação da desembargadora e do filho foi homologado pelo STJ.

Sandra Inês e Vasco Rusciolelli foram presos na 5ª Fase da Operação Faroeste, em uma operação controlada, a partir da delação premiada do advogado Júlio Calvancanti, um dos operadores do esquema de corrupção no TJ-BA, sobre a disputa de mais de 300 mil hectares de terra no oeste baiano.

A desembargadora está detida no Presídio da Papuda, em Brasília, e será transferida para Salvador.

O filho, Vasco Rusciolelli, está detido no Centro de Observação Penal (COP), do Complexo Penitenciário Lemos Britto, em Salvador, no bairro da Mata Escura.

Recentemente, circulou em grupos de Whatsapp uma suposta proposta de delação premiada feita pela defesa da desembargadora.

O Ministério Público Federal (MPF) não confirmou a veracidade do documento, assim como a defesa da magistrada.

Mas desde a prisão, havia rumores que mãe e filho estavam dispostos a fazer uma delação para serem beneficiados no curso do processo e amenizar possíveis penalidades.

A delação é esperada com muita expectativa e já causa intranquilidade em setores do judiciário baiano.

BN/cljornal

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