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Governo do Estado, ASK, OAS, Odebrecht e UTC assinam protocolo para o novo complexo industrial da Bahia

O Governo da Bahia assina protocolo de intenções, nesta terça-feira (26), às 9h00, com as empresas ASK, OAS, Odebrecht e UTC para implantar o complexo industrial Polo 2 de Julho no município de Maragojipe, na região do Recôncavo.

O EPP (Estaleiro Enseada do Paraguaçu) também assinará o documento, na condição de interveniente. O ato será realizado na Governadoria, Centro Administrativo da Bahia (CAB), com a presença do governador Jaques Wagner e de representantes das empresas citadas.

Com o objetivo de atender a crescente demanda da indústria de óleo e gás do pré-sal e do pós-sal e a revitalização da indústria naval, o empreendimento deve gerar mais de 3 mil empregos diretos. A previsão de investimentos é de R$ 2 bilhões.

“A partir da extraordinária oportunidade que se apresenta ao Brasil, é imprescindível a criação de polos produtivos em proximidade com estaleiros. É o que a Bahia está fazendo. Temos em curso o Estaleiro do Paraguaçu e queremos implantar um polo que forneça suprimentos e fomente o setor”, disse o secretário da Casa Civil, Rui Costa, responsável pelo monitoramento da obra do Estaleiro.

A principal finalidade do Polo 2 de Julho é a produção de materiais e equipamentos para o Estaleiro do Paraguaçu. As empresas que se instalarão no complexo serão selecionadas a partir da identificação das principais cadeias de produção e da infraestrutura a ser implantada na região.

Assim, as indústrias que comporão o complexo serão forjarias, fundições, indústrias de metal mecânica, sistemas e fornecedores, produzindo módulos de acomodação naval, de processo de tratamento e outros.

O Estaleiro do Paraguaçu tem obras em andamento, com 35% de seu cronograma já executado. A conclusão do empreendimento está prevista para o final de 2014.

De acordo com o documento, o Estado assumirá obrigações de fornecer a infraestrutura externa necessária para o desenvolvimento das atividades do polo, como água, esgoto, acesso e, ainda, benefícios fiscais para as empresas investidoras no Polo 2 de Julho.   

Fonte: Casa Civil

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