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PTN INDICA CANDIDATURA DE JOÃO HENRIQUE À PREFEITURA DE SALVADOR

Finalmente revelado o nome do partido pelo qual o ex-prefeito João Henrique pode voltar a disputar a Prefeitura de Salvador com o apoio do governo do Estado, trata-se do PTN, partido controlado na Bahia pelo deputado federal João Carlos Bacelar, que rompeu com o prefeito ACM Neto (DEM) e aliou-se ao governador Rui Costa (PT).

 

Em nota distribuída ainda na madrugada de ontem, o partido informou que o lançamento do livro do ex-senador João Durval, pai de João Henrique, serviu para revelar que o ex-prefeito está ingressando na agremiação.

 

Vereadores do PTN como Toinho Carolino, Carlos Muniz e Beca, do PTN, posaram para fotos com JH em demonstração de apoio.

 

“Estamos conversando com João Henrique para que ele faça parte do PTN e, quem sabe, saia candidata a prefeito novamente, porque estamos falando de um homem público com muitos serviços prestados a Salvador. João priorizou as áreas mais pobres da cidade. No tempo dele, não tivemos tantas mortes em deslizamentos de terra como agora”, disse Carolino, acrescentando que pela primeira vez em 12 anos a cidade registra uma tragédia nesta proporção.

 

João Henrique preferiu a cautela. Falou que está se dedicando ao curso de direito, não descartou a intenção de se candidatar em 2016 e fez elogios ao PTN.

 

“Não sei, ainda. Pode ser uma candidatura a vereador. Há uma atmosfera na cidade, onde as pessoas começam a nos procurar e fazem apelos pela nossa participação. Pode ser para a Câmara Municipal ou outra missão.”

 

“O homem público não é dono de sua vida. Por isso, estou me qualificando na área jurídica, seja para trabalhar por Salvador ou pela Bahia. Sempre tive uma relação muita boa com o PTN, que cresceu quando o deputado Bacelar foi secretário de Educação em nosso governo. É um partido que tem bons quadros, com princípios e valores”, declarou.

 

O ex-prefeito rompeu com ACM Neto logo depois da eleição, sentindo-se despretigiado pelo ex-aliado. Por meio do então aliado João Carlos Bacelar, que fora seu secretário de Educação, ele considerava que seu apoio fora decisivo para a vitória do democrata.

Fonte: Assessoria

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