Cadmiel: Para adquirir fortuna os vendilhões do Templo mentem

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Cadmiel e o Inferno de Dante
Respeito e conheço honestos e fiéis pastores em sua caminhada evangelizadora. Também conheço patifes transvestidos de pastores e evangélicos. tenho enorme orgulho de que na minha família em Recife uma parcela é evangélica entre ela alguns pastores. Verdadeiros homens e mulheres de inabalável Fé.
É do conhecimento de todos que em todas as atividades dos seres humanos encontramos pessoas do bem e do mal. Na religião não poderia ser diferente.
Em pronunciamento na Tribuna Câmara de Vereadores de Feira de Santana o vereador derrotado nas eleições, Cadmiel Pereira (DEM), passa pelas mãos dos evangélicos, sendo apoiado pelo vereador evangélico, fanático e homofóbico, Edvaldo Lima.
O vereador derrotado, pensando em se recompor com a vitória do seu candidato, Colbert Filho, cometeu o pecado da falsidade e da mentira afirmando que a vitória de Zé Neto representaria: “retrocesso ético e moral” – propostas como legalização do aborto e descriminalização da maconha – ele disse que o partido “não fere apenas as pessoas, mas a Deus, porque vão de encontro aos princípios expressos na Bíblia Sagrada”. E acusa a legenda de “arrasar uma geração que não terá como se recuperar”.
Tamanha mentira tem a finalidade de construir a base dos seus interesses pessoais. O uso da mentira e da difamação em benefício próprio é um pecado capital. Não tem lugar em quem prega os ensinamentos de Jesus Cristo.
Fica definitivamente comprovado que este não é o comportamento do verdadeiro “Crente”.
Diz mais daqueles que comercializam a “Palavra”, que usam o “Verbo” para criar impérios e enriquecimento rápido enganando fiéis com falsos milagres e se dizendo ungido de Deus.
Para se certificar desses fatos basta conhecer a história das maiores Igrejas neopentecostais existentes no país e os seus principais pastores e donos, que se transformarão no berço dos charlatões.
Serão esses que vão decidir a vida dos feirenses?
Se de fato essa premissa fosse verdadeira, seria uma catástrofe sem fim. Passaríamos a viver no “Inferno de Dante”.
Carlos Lima

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