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Colbert, político elefante, a verdadeira metáfora da indelicadeza / por Carlos Lima

Elefante em loja de cristais

A expressão “elefante em loja de porcelanas” e suas variáveis – cristais ou louças –, é uma metáfora que explica o comportamento de gente grosseira, deselegante ou sem nenhuma delicadeza.

Dessa forma podemos qualificar o comportamento político/administrativo do prefeito Colbert Filho em Feira de Santana.

Os seu lide, com o legislativo feirense, mostra a destruição de 20 anos de comando/parceria criado pelo ex-prefeito José Ronaldo com a Câmara Municipal.

A surpresa mais recente veio através das declarações do vereador Licenciado e ex-presidente da ‘Casa’ José Carneiro (MDB), partido do próprio gestor.

Em entrevista concedida ao repórter José Bezerra, da rádio Povo FM, afirmou que deixará o governo Colbert em janeiro de 2022, no entanto observou que a decisão poderá ser antecipada a qualquer momento.

Os motivos se originam de insatisfação com o tratamento que a pasta tem recebido do alcaide, desde que assumiu.

Os comentários que circulam nos bastidores, afirmam que:

“A insatisfação dos aliados é praticamente generalizada devido a forma grosseira como Colbert trata seus subordinados, sendo essa a principal causa de uma arribação que se anuncia para qualquer momento, ou no máximo, em janeiro de 2022.

A comentada agressividade de Colbert pode estar ligada a sua falta de liderança política no município, também pelo fato de ter conseguido se tornar prefeito pelas mãos de José Ronaldo, sozinho, pelos méritos próprios, jamais teria alcançado a posição.

Indivíduos com esse perfil terminam agindo de maneira vil e grosseira. São como palhaços do circo de horrores, verdadeiros elefantes no interior de uma “loja de louças”. Constrange quem está ao seu redor.

Carlos Lima

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