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Empresário de comunicação trama sordidamente extinguir cargo no legislativo feirense

Uma sórdida trama

A Câmara Municipal de Feira de Santana em 2013 aprovou a criação do cargo de assessor de Comunicação para cada vereador.

Em abril de 2014 a lei entrou em vigor e os vereadores indicaram o profissional para ocupar o cargo, com salário de R$ 1,300,00 (mil  trezentos), brutos.

Não resta dúvida que a criação desse cargo atende as necessidades da ação legislativa de cada vereador no desempenho de suas funções.

No entanto a alguns dias, sem qualquer tipo de divulgação, estava em andamento uma trama sórdida.

A trama está sendo insuflada por um empresário, segundo comentários, da área de comunicação, para se revogar essa lei, acabando com o cargo de assessor de comunicação.

Mas, o trabalho de convencimento que vinha sendo articulado entre alguns vereadores, foi denunciado. A reação foi de incredulidade, no entanto, terminou sendo confirmada por vereadores que tinham sido consultados.

Na verdade os profissionais que fazem a cobertura dos trabalhos legislativos não devem e não vão brigar por cargo ou emprego. Devem cumprir com as suas funções e manter a ética profissional.

O que existe é um de cargo de vital importância na equipe de trabalho de qualquer vereador sério, que se preocupa em deixar cada vez mais transparente o seu trabalho diante da representatividade que lhe foi outorgada pelo povo feirense.

O empresário está defendendo a ideia de que a Câmara deve contratar uma Agência de Publicidade para  promover as ações dos vereadores.

Mas não é que acontecerá. Servirá apenas para a manipulação de interesses de partidos e de grupos.

Alguém deve estar pensando em controlar a divulgação dessas ações legislativas.

Sem contar com o comando da aplicação desses recursos.

A ideia do empresário em manter a divulgação em forma de rodízio, é algo que já foi adotado e pelo que sabemos não deu certo.

 Na época alguns blogs e sites, receberam propostas de publicidade no esquema de rodízio, variando entre dois ou três meses.

As publicidades não era para os vereadores, divulgava-se era para a Câmara Municipal e a presidência. Os valores ofertados eram insignificantes, em alguns casos, com alguns foi obrigado uma renegociação.

Quais os Valores?

Vergonhosos; entre $200,00; $250,00; $300,00 e para os que reclamaram o valor chegou a ser de $400,00 reais por mês.

Muitos fizeram apenas um mês, outros ficaram de dois a três meses, depois disseram que não existia mais verba.

Nós fizemos dois meses, sem contrato, porque eles não assinavam, e em algumas vezes recebíamos a autorização de veiculação da Agência contratada pela Câmara, que ainda descontava 20% do valor a ser pago. Fizemos dois meses e foi muito trabalhoso receber apenas um.

Não aceitamos mais nenhum contrato com a Câmara. Em programa de rádio a oferta foi à mesma, recusamos.

Talvez seja por isso que nunca se lembrem do nosso programa e do nosso site. Nós agradecemos.

O esquema que desejam montar, no mínimo será para beneficiar poucos, quem sabe ao próprio empresário que está sugerindo.

Nos contatos que mantivemos ninguém quis identificar esse empresário, quando perguntávamos, desconversavam. Sem uma confirmação exata não podemos divulgar.

Se essa proposta indecente, for aprovada, vai trazer prejuízos apenas para a maioria dos vereadores. Será um golpe muito bem aplicado, aliás, essa palavra hoje é sinônimo de traição.

Vamos em frente. Depois não façam queixas.

cljornal.

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