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Executivo e Legislativo um confronto para a submissão/ Carlos Lima

Vereador Fernando Torres, presidente do legislativo feirense

Na sessão de terça-feira (9), na Câmara Municipal, o presidente da Casa, vereador Fernando Torres (PSD) voltou a falar sobre a relação política entre os dois poderes em Feira de Santana.

Afirmou que está muito triste com a administração do prefeito.

Ainda acredito que V. Excia., não se arrepende de não ter permitido que prefeito Colbert Filho tenha colocado o Arreio, a manta acolchoada, o arção, espendas, que existe em sela que se cinge ao lombo das cavalgaduras para que nele se assente o próprio.

Talvez seja por esse motivo que o nobre presidente tenha chegado à seguinte conclusão:

 “Fico muito triste em ver que o prefeito em quem eu votei, que eu apoiei, para quem eu tomei chuva na cara atrás de voto, que eu acreditei que seria melhor que o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, não me dá ouvidos, não me atende para ouvir o que eu tenho para falar. A situação está insustentável”.

Com certeza se aceitar a subserviência, se apoiar incondicionalmente tudo que ele fizer na prefeitura, será recebido e paparicado, nada vai lhe faltar.

Em contrapartida será um desqualificado, moralmente e politicamente para a maioria dos eleitores. Poderá ser ovacionado apenas por aqueles que se beneficiam das migalhas que deixas cair das sobras recebidas do executivo, o puxa-saco carreirista,

Diante da situação entre os dois poderes, foi um erro a ida à Secretaria de Saúde para intermediar o impasse entre a Casa de Santana e o órgão municipal que suspendeu o atendimento pelo SUS.

A primeira ação deveria ser um levantamento minucioso dos motivos da decisão adotada pela prefeitura, através da secretaria específica.

Analisar os motivos conforme os procedimentos adotados, denunciar as irregularidades cometidas, e se caracterizam perseguição administrativa ou política ao nosocômio em questão.

Se as irregularidades foram praticadas pelo hospital, colocar a viola no saco e confirmar a verdade. Esse é o comportamento justo.

O Legislativo tem que cumprir com as suas funções. Na execução administrativa do município, não pode interferir. Tem que fiscalizar e denunciar os desvios praticados.

Carlos Lima.

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