Feira: a verdade política sobre o presidente da Câmara Municipal/por Carlos Lima.

Fernando Torres quando fazia parte do grupo de Rui Costa
Não entendo a surpresa que muitos, a partir de agora, incorporam em relação as ações e atitudes do vereador e presente do legislativo feirense Fernando Torres.
Alguns liderados e lava pés, do ex-prefeito José Ronaldo e do atual prefeito Colbert Filho, de forma vassala, tentam reparar o erro por eles cometido em apoiar Torres para presidente do legislativo.
Além do estranho fato de ser candidato único, após o desgastado e incompetente vereador José Carneiro ser praticamente forçado a retirar sua candidatura à reeleição,
As dissidências a Torres tiveram início após, os interessados, não serem contemplados com cargos na Câmara Municipal, embora tenham tentado, se humilhado e nada. Só restou mudar o discurso. Aquele que mantinha durante o período eleitoral. O mesmo aconteceu com o prefeito eleito.
Quem não conhece a trajetória política de Fernando Torres? A resposta não é difícil. Antes segredada, agora exposta com fervor.
Alguém catalogou os confrontos políticos e pessoais de Torres com os mais diversos partidos, lideranças, jornalistas e comunicadores, em sua turbulenta caminhada política?
Quais foram os motivos que motivaram esse comportamento instável?
Fernando Torres só conseguiu chegar à presidência da Câmara porque recebeu o apoio de Ronaldo e Colbert, eles não podiam recuar. Torres foi importante no segundo turno e em outras situações.
Quebrar acordo com ele não é uma coisa fácil de encarar.
José Carneiro sabe muito bem o que isso significa.
Durante o processo eleitoral estava tudo ‘às mil maravilhas’, quem hoje critica ontem elogiava pelas segundas intenções. Como diz o dito popular, “quebrou a cara”.
O presidente da Casa Legislativa é o terceiro no processo de sucessão. Ele tem liberdade pessoal para fazer, dentro da Lei, o que determina as obrigações do legislador. Não é liderado de ninguém a não ser dele mesmo.
É uma bomba de Hidrogênio (H) em relação ao Executivo, se remexer no entulho vai fazer um estrago irrecuperável.
O seu maior pecado é não saber pensar e não ter controle político/racional diante de confrontos, por mais simples que sejam.
Superando essa deficiência terá condições de melhor pavimentar sua caminhada na vida pública.
Todos os vereadores que foram eleitos são lideranças políticas, cada um dentro de sua realidade. Se não fossem não teriam sido eleitos. O suplente que assumiu com apenas 400 votos. Liderou esse pequeno número de eleitores, que diante da Lei Eleitoral em vigor, possibilitou sua titularidade legislativa, é um líder.
Não esqueçam. A onde existe mais de uma pessoa, alguém poderá assumir a liderança.
Carlos Lima
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