Feira: Prefeito quer ser reeleito e não perdoado pela péssima gestão/por Carlos Lima

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Colbert inicia campanha eleitoral

Pensei que o vídeo lançado pelo atual mandatário, boneco de ventríloquo, gravado em frente da Igreja Senhor dos Passos era um pedido de perdão.

“Mais que nada”, “deixa isso pra lá”.

O prefeito simplesmente estava iniciando sua campanha política para reeleição.

Mas que reeleição se ele não foi eleito prefeito?

Era um vice-calça-curta. Só conseguiu sentar na cadeira de prefeito porque o titular negociou, e bem, uma candidatura já considerada derrotada a governador do  estado.

Inicialmente, quando assisti ao vídeo, pensei que estaria pedindo perdão pela péssima gestão que vem realizando.

Incrível, ele estava abrindo sua campanha eleitoral pela “reeleição”.

A abertura é canhestra de uma falsidade maravilhosa: “Estamos começando os nossos primeiros passos dessa campanha na Igreja Senhor dos Passos, venho agradecer a Deus porque esse é o nosso melhor caminho, de muito respeito e de  fé”, disse ele

Deveria gradecer à vaidade de José Ronaldo e as negociações sigilosas não confessáveis, que o levaram a ser candidato ao governo do Estado.

Usa o nome de Deus indevidamente. ELE nada tem a ver com isso. Essa é uma prática pecaminosa utilizada por políticos considerados pelo povo como corruptos e versados em armações retóricas, que visam transformar Deus em cabo eleitoral deles.

Escolher a frente de uma igreja para lançar uma campanha eleitoral é no mínimo inusitado. “Há quem diga”: Trata-se de consciência pesada.

A procura pelo reconhecimento da Fé e da devoção por ser um lenitivo aos pecados de plantão e  praticados por se acreditar que o povo tem memória curta e se deixa iludir por apelos religiosos, formula e tenta passar a imagem de bom samaritano.

Existem muitos, que pouco acredita, nesse apelo político simbólico, considerado irreal, oportunista e fortemente de teor demagógico.

Se a rejeição ao seu nome já estava nas alturas, o uso religioso, de forma controversa, deverá acelerar a sua queda política iminente.

O homem se perdeu, esse se destrói no interior de sua  insignificância política.

Carlos Lima

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