O quinto derrotado: não basta sentar, também é preciso se mexer/por Carlos Lima

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O candidato a prefeito, (2020), em Feira de Santana, que ficou sendo o quinto mais votado no primeiro turno do  Podemos, sofreu um forte revés eleitoral e mais uma vez demonstrou objetivamente sua fraqueza de consciência e consistência política, confiabilidade e a verdadeira vocação que lhe molda, o oportunismo.

Após derrota na última eleição nacional quando se aventurou a uma reeleição como deputado estadual e perdeu, abandonou o grupo de José Ronaldo (DEM), que lhe acolheu e jogou-se nos braços do governador Rui Costa em troca de favores e cargos.

Sua vaidade pessoal não possui ‘desconfiômetro’ e o conduziu a se candidatar  prefeito do município, arrotando densidade eleitoral, com pesquisa duvidosa colocando-o na segunda posição de intenção de voto.

(Aliou-se a um deputado estadual, DEM), ferrenho adversário político do candidato a prefeito Colbert Martins (MDB), apoiado pelo seu partido que lhe recusou a condição de candidato a prefeito.

Pouco tempo depois o deputado Machado foi cassado pelo TSE.

Rompeu apoio com seu recém escolhido candidato, Podemos, ao saber que ele já negociava com Ronaldo e Colbert  o seu apoio em caso de  segundo turno, caso ocorresse, contra o candidato Zé Neto (PT).

Com o resultado do primeiro turno deixando-o como o quinto candidato mais votado, sentou novamente no colo político de José Ronaldo, para acariciar interesseiramente Colbert Filho.

Não se dando por satisfeito passou a agredir Zé Neto, que anteriormente serviu aos seus propósitos para assumir cargo de relevância no Estado e empregar filho e apaniguados.

Ou seja, não basta expor seu lado de inconfiabilidade, de voltar a  sentar no colo político de José Ronaldo, também é preciso se mexer

Carlos Lima

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