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Pesquisas questionáveis abrem temporada de caça em Feira de Santana

Como tudo na vida, nos mais diversos segmentos da sociedade existe aqueles que podemos considerar sérios e aqueles de menor relevância, para não dizer de interesses pessoais.

É o que está ocorrendo atualmente em ano pré-eleitoral com relação às chamadas pesquisas de opinião.

Sem querer separar o joio do trigo, a bem da verdade, existe aquelas que podemos considerar minimamente sérias e outras com objetivos meramente mercantilistas, e existem ainda as que defendem interesses de grupos políticos.

E por que em Feira de Santana deveria ser diferente?

As pesquisas que estão sendo realizadas no momento que visam salientar a densidade eleitoral de prováveis candidatos à prefeitura de Feira de Santana, adotam comportamento nem sempre esclarecedor e provavelmente tenham a intenção de induzir ou confundir o eleitorado, criando vantagens para ações políticas de grupos específicos.

Acreditamos que a partir desse momento elas deverão acontecer de forma mais aceleradas, todas se dizendo íntegras, mas na realidade poucas conseguem encobrir seus interesses escamoteando a verdade dos fatos.

As posições de pseudos analistas políticos radicados no município, dependem em parte dessas pequenas mutretas para elevarem os seus rendimentos financeiros e com isso acreditam que podem elevar o seus egos como profissionais altamente capacitados.

É uma verdadeira fogueira de vaidades.

Conforme a prática tem demonstrado nem sempre as pesquisas refletem a realidade, podemos citar como exemplo alguns casos específicos ocorridos no Estado da Bahia.

Os exemplos da disputa de duas sucessivas eleições por Paulo Souto a governador onde as pesquisas o apontava como vitorioso no primeiro turno e aconteceu o inverso. Contrariando todas as alternativas dos gurus e analistas de BAJÉ.

Falar de pesquisa como o Santo Grau, é algo que nos deixa com as barbas de molho, principalmente com tanta antecedência.

A suas precisões são questionáveis até mesmo nas proximidades do pleito eleitoral.

Se as deduções feitas no apagar das luzes do período eleitoral, contam com relativa possibilidade de falhas, o que dizer daquelas que são elaboradas com 16 meses de antecedência?

Muitas águas, e interesses, nem sempre ilícitos, vão ocorrer com certa intensidade nas pesquisas, as quais podem ser realizadas até no dia da eleição.

Se são verdadeiras, isso é outra história…

Carlos Lima

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