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Vereador Lulinha: o medo e a subserviência impulsiona/Carlos Lima

Lulinha, Ronaldo e Colbert

Não é apenas para defender o prefeito Colbert Filho e o ex-prefeito José Ronaldo que o vereador suplente, no exercício do mandato,  conhecido como ‘Lulinha’ (DEM), usou a tribuna da Casa para se contrapor a  representação protocolada no Ministério Público pelo vereador  Jhonatas Monteiro (PSOL).

Endossada pelos edis, Silvio Dias (PT) e Ivamberg Lima (PT), acerca da auditoria contratada em agosto de 2018 pela Prefeitura de Feira de Santana para investigar os custos do transporte coletivo no município e até hoje, (23.03.2021) os resultados não foram divulgados.

Na tentativa de desconstruir a oposição utilizou um discurso fantasioso e cheio de segundas intenções, denunciando que: “os ônibus administrados pelas empresas contratadas pela Prefeitura vêm sofrendo com a redução no número de passageiros, por causa, dos transportes clandestinos que rodam na cidade com o apoio do Partido dos Trabalhadores (PT)”.

Omitiu de forma deliberada que os empresários do transporte coletivo do município, denunciaram que o número de passageiros é inferior ao informado pela prefeitura quando da assinatura do contrato na administração do ex-prefeito José Ronaldo.

Inclusive já denunciaram o fato, realizaram paralização e ameaçaram romper o contrato de forma unilateral, como já ocorreu com outras empresas e o prefeito liberou o transporte clandestino a rodar na cidade para amenizar a falta dos ônibus coletivos.

Quando o novo contrato foi firmado, com as empresas atuais, o transporte clandestino voltou a ser proibido e a fiscalização ficou bem mais difícil.

Outra situação surge dos comentários, de muitos anos, e diversas denúncias que em várias eleições municipais, os empresários dos transportes coletivos financiaram campanhas de vários candidatos.

O fato gera uma áurea de veracidade por que a maioria das proposições legislativas que tratam sobre o transporte coletivo não é aprovada na Câmara Municipal.

Quando aprovaram uma CPI sobre o Transporte coletivo acabou em pizza e a suspeição da presença do Deus Mamon.

Os vereadores mais antigos parecem ter receio dessas ações e os mais novos, que não é o caso de Lulinha, alguns estão ávidos para fazer parte desse seleto grupo…

Qual o interesse do executivo em não divulgar o resultado dessa auditoria?

Os verdadeiros vereadores de oposição desejam saber, e como o executivo não informa o caminho é a justiça através do Ministério Público. Assim se espera.

Carlos Lima

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