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Emplacamento de veículos é o menor em 17 anos

ISTOÉ DINHEIRO Montadoras com o futuro em suspenso

Caiu o emplacamento de veículos, a desculpa é a falta de semicondutores e outros eletrônicos necessários à montagem automotiva, mas a verdade é que são os juros e a economia em banho-maria que fizeram despencar em 25% as vendas de automóveis e veículos comerciais leves no primeiro trimestre de 2022, comparado ao mesmo período do ano passado.

Foram 100 mil emplacamentos a menos (de 400 mil, em 21, baixamos para 300 mil), refletindo a queda do poder de compra do brasileiro.

Só se salvaram ônibus e caminhões, assim mesmo com crescimento pífio (respectivamente de 1,67% e 3,87%), este último empurrado pelo bom desempenho do agronegócio e a alta dos grãos no mercado internacional.

O setor responde por cerca de 20% do PIB industrial brasileiro, o que dá ideia do efeito desta retração sobre a economia.

Há quatro anos, o número de automóveis e comerciais leves era, para que você possa comparar, de 527 mil.

E o governo afirma que a economia está se recuperando. O país está fundando, e a velocidade dessa queda aumenta a cada dia.

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