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MONSTRO DE ISRAEL VOLTA A ZOMBAR DA HUMANIDADE

Um novo ataque das forças israelenses a uma escola da ONU que abrigava refugiados em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, deixou ao menos dez pessoas mortas e outras 30 feridas nesta madrugada.

Ao todo, 40 palestinos morreram na manhã de domingo após ataques aéreos de Israel à região.

Este foi o segundo ataque ordenado pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a uma escola das Nações Unidas.

O último gerou condenações do diretor-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que tem sido cúmplice do genocida Netanyahu na matança em Gaza.

A Unicef, braço das Nações Unidas para a Infância, afirmou ontem que 296 crianças já foram mortas desde o início da ofensiva de Israel em Gaza.

“As crianças representam 30% das vítimas civis”, disse a Organização. A ONU defende o julgamento do mandante do genocídio.

Resta saber se Obama, principal aliado de Israel na guerra, também será julgado como cúmplice.

Pelo menos 10 pessoas morreram e 30 ficaram feridas em um ataque aéreo israelense a uma escola da ONU na Faixa de Gaza, nesse domingo disseram testemunhas e equipes médicas, com Israel mantendo a ofensiva contra a região.

O Exército israelense disse que está investigando o ataque, que alcançou a segunda escola em menos de uma semana.

De acordo com testemunhas e médicos, um míssil disparado por um avião atingiu a entrada da escola, na cidade de Rafah.

Palestinos da região, onde as tropas israelenses estão enfrentando milicianos, haviam se abrigado no prédio.

Na quarta-feira, pelo menos 15 palestinos que haviam se refugiado em uma escola da ONU, no campo de refugiados Jabalya, foram mortos em combates, e a ONU disse que parecia que a artilharia israelense atingiu o edifício.

Os militares israelenses disseram que homens armados haviam disparado morteiros a partir da escola, e os soldados responderam com tiros.

Mais cedo no domingo, um ataque de Israel deixou pelo menos 30 mortos na Faixa de Gaza, um dia depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, prometer manter a pressão contra o Hamas, embora o Exército tenha concluído sua missão principal, que é destruir uma rede de túneis usados para atacar Israel.

Ashraf Goma, líder do Fatah e residente de Rafah, disse que o exército israelense estava bombardeando a cidade a partir do ar, terra e mar, e os habitantes não podiam cuidar dos feridos e dos mortos.

“Os corpos dos feridos estão sangrando nas ruas e há corpos nas ruas, sem que ninguém possa resgatá-los.”

Fonte: GAZA/JERUSALÉM (Reuters) – Nidal al-Mughrabi e Ari Rabinovitch

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