Morte de PMs: Família vê laudos mas continua defendendo Marcelo Pesseghini

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Representantes da família Pesseghini disseram nesta quinta-feira (5) que ainda aguardam a conclusão do inquérito para saber se o garoto Marcelo, de 13 anos, foi responsável pela chacina ocorrida em agosto. Ele é suspeito da morte do pai, da mãe, da avó e da tia-avó na Brasilândia.

 

Sete parentes de Marcelo estiveram nesta manhã com os responsáveis pela investigação e viram parte dos laudos já produzidos sobre os assassinatos na Zona Norte de São Paulo. “Se ficar comprovado pela polícia e perícia que foi Marcelinho, a gente vai ter que ficar quieto e aceitar”, disse o empresário Sebastião de Oliveira Costa, tio-avô do garoto.

 

Questionado se a família está preparada para receber a notícia de que foi Marcelo, Oliveira respondeu: “O que a gente pode fazer? A gente não é nenhuma família diferente. Existe fatalidade em qualquer família. Se isso acontecer, nós vamos sofrer bastante, mas vamos ter de aceitar. A gente não pode aceitar assim: estão acusando a criança sem ter provas ainda. Agora, a hora que tiver provas concretas, infelizmente a gente vai ter que aceitar.”

 

Os parentes estiveram na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro, para ter acesso aos laudos das cinco mortes. “Nós viemos hoje para saber se tinha uma definição do caso, mas  os laudos ainda não dizem nada. Faltam ser analisados pela polícia. Estão acusando a criança sem ter prova ainda. São 48 pessoas acusando a criança e 30 mil pessoas achando que não foi”, disse o tio-avô, citando as testemunhas já ouvidas pela Polícia Civil.

 

Fonte: Redação/ G1

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