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O Brasil vai parar dia 11?

Ao menos 27 categorias profissionais ligadas a oito centrais sindicais já informaram que vão participar das manifestações, greves e paralisações marcadas para a próxima quinta-feira (11). Alguns sindicalistas prevêem mais de 300 mil nas ruas.
Motoristas de ônibus, metroviários e motoboys são categorias do setor de transporte que prometem parar em vários Estados do país.
No setor industrial, metalúrgicos, químicos, trabalhadores da alimentação, têxteis, costureiras, operários da construção civil, entre outros, já realizaram assembleias em várias cidades para cruzar os braços na mesma data.
Chamado de Dia Nacional de Luta, o protesto já causa reação do empresariado. Em carta aberta aos associados, o Sindimaq, que reúne as indústrias de máquinas do país, classifica o movimento como “absurdo” e “inoportuno”.
“Querem parar o Brasil, parar a produção, parar hospitais e serviços essenciais, parar portos e aeroportos, sem se preocupar com o enorme preço que pagaremos se essa ideia vingar”, diz a publicação “A voz do emprego”.
Para a entidade, a greve é um direito legítimo dos trabalhadores, “mas que precisa ser usado com responsabilidade”. No comunicado, o sindicato patronal destaca que “uma greve geral é ilegal, incomoda todo o mundo, interrompe as atividades produtivas, é prejudicial ao Brasil. Não entre nessa”.

Fonte: Redação / Folha de SP

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