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Canadá registra temperatura de 49,5ºC e calor mata ao menos 233 pessoas

Canadá registra calor de 49,5º C e ao menos 233 pessoas morrem

Uma onda de calor que chegou ao Canadá deixou ao menos 233 pessoas mortas desde a última sexta-feira, 25, sendo que 134 delas foram na região de Vancouver.

Segundo autoridades locais, a temperatura chegou a 49,5º C na cidade de Lytton, que fica a 250 km ao leste de Vancouver, batendo o recorde de maior temperatura já registrada no Canadá.

A marca canadense é quase 5°C acima do recorde histórico de calor no Brasil, que é 44,7°C (atingida em novembro de 2005 em Bom Jesus do Piauí, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia).

“Acreditamos que o calor tenha contribuído para a maior parte das mortes”, disse a polícia em um comunicado, acrescentando que a maioria das vítimas é de idosos.

“Este momento pode ser fatal para as pessoas mais vulneráveis de nossa comunidade, especialmente os idosos e pacientes com outros problemas de saúde”, disse o porta-voz do Burnaby RMPC, Mike Kalanj, incitando todo mundo a checar como estão seus familiares e vizinhos.

Vancouver, localizada na costa do Pacífico, há vários dias registra temperaturas acima de 30º C, muito superiores aos 21 graus registrados em média nesta época.

Na estação de esqui de Whistler o termômetro atingiu 42ºC.

Cidades do Canadá abriram “centros de resfriamento”, suspenderam as campanhas de vacinação contra a Covid-19 e algumas escolas estão sem aulas.

Aparelhos de ar-condicionado e ventiladores estão em falta na região.

Calor chegou aos EUA

Não é só o Canadá que está sofrendo com a forte onda de calor.

Nos Estados Unidos, as altas temperaturas afetaram Portland (no estado do Oregon) e Seattle (Washington). Conhecidas por seu clima ameno e úmido, as cidades registraram as maiores temperaturas desde o início dos registros, em 1940.

Na tarde de segunda-feira, 28, os termômetros atingiram 46,1ºC no aeroporto de Portland e 41,6ºC no de Seattle, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS, na sigla em inglês).

Reuters

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