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O “exército islâmico” dos Estados Unidos

Recebo, do meu velho professor Nílson Lage, um interessante resumo das práticas do governo da Arábia Saudita, um dos maiores aliados militar dos EUA no Oriente Médio.

 

Apenas sete pontos, que não causam escândalo na mídia mundial.

 

Todos práticas oficiais do Rei Abdullah, pranteado pelo Ocidente como grande governante.

 

1. Nada de eleições, nada de partidos, nada de oposição.

 

2. Decapitação, amputação de membros ou chicoteamento público de acusados de crimes, “infiéis” ou opositores políticos e religiosos.

 

3. Nepotismo oficial, com bons empregos e renda garantidos para os 7.000 parentes da dinastia Saud.

 

4. O poder passa de pai para filho ou de irmão para irmão e as brigas de família levaram até a uma revolta de sobrinho e um assassinato real “familiar”.

 

5. A tortura é legal, na polícia e na Justiça. Tanto que, em 2013, um homem foi condenado a ficar paraplégico como punição.

 

6. As mulheres não têm direitos, até pouco tempo eram “legalmente” espancadas e até dirigir um automóvel lhes é proibido.

 

7. Financia, nas palavras de ninguém menos que Hillary Clinton, o terrorismo internacional: “Al Qaeda, Taleban, o grupo Lashkar-e-Taiba, sediado no Paquistão e outros grupos terroristas”, disse ela.

Alguma diferença com o “Estado Islâmico” que os EUA e a Europa bombardeiam, literalmente, nas areias da Síria?

 

Só o fato de serem os melhores amigos dos EUA.

Fonte: Fernando Brito

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