A Queda – Albert Camus

Nas margens turvas do rio Sena, uma mulher se afoga. Jean Baptiste escuta um grito de longe, fica paralisado, depois percebe que deixou uma mulher se matar. Isso é suficiente para que toda a sua vida seja revisada, e então torna-se juiz penintente de si mesmo.
A impossibilidade de retroceder no tempo e transformar a omissão em ação fez do personagem um indivíduo ansioso, a ponto de levar o autor a estruturar o texto em um monólogo, capaz de colocar o leitor na condição do interlocutor desconhecido, inoperante e absorto.
O livro é um ensinamento grandioso, que só autores da estirpe de Albert Camus são capazes de levar o leitor à reflexão do comportamento humano, muitos dos quais, seus reflexos, são irreversível para si próprio e para a humanidade.

Fonte: Redação

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