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Bolsonaro chamou Mourão de “filho da puta” por falso tuíte, relata livro

O olhar de Bolsonaro é mortal

Jair Bolsonaro chamou o vice-presidente Hamilton Mourão de “filho da puta” durante uma conversa por WhatsApp com um amigo, em março do ano passado.

É o que aponta o livro “Tormenta — O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama. A informação é de Igor Gadelha na Crusoé e publicada no site O Antagonista.

De acordo o livro, Bolsonaro xingou o general após receber de um amigo um tuíte “fake” no qual o vice pedia indicação de um “bom psiquiatra”, “especialista em vício em redes sociais”, para o “filho de um amigo meu”.

O livro já havia relatado que, após o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, criticar uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acerca do Coaf que beneficiava o senador Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro decidiu demitir o ex-juiz. Mas o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, o convenceu a voltar atrás.

Ainda segundo informações da jornalista, Jair Bolsonaro ordenou a Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (sem partido), que não comparecesse ao depoimento no Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) em dezembro de 2018.

Queiroz está envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro que ocorria na Alerj quando o filho de Jair Bolsonaro era deputado estadual.

Queiroz movimentou R$ 7 milhões de 2014 a 2017, de acordo com relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Brasil

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