Bolsonaro veta projeto que dava preferência às mães no pagamento do auxílio emergencial

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Presidente veta projeto benefício mães

Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei aprovado por parlamentares do Congresso Nacional que dava preferência às mulheres no pagamento de R$ 1.200 do auxílio emergencial na pandemia do coronavírus.

Homens ou mulheres chefes de família poderiam solicitar uma cota dupla para trabalhadores informais, que é de R$ 600.

Mas, de acordo com algumas denúncias, homens que não sustentam a família ou separados estavam se aproveitado para receber o valor.

Segundo o texto aprovado pelo Congresso, se houvesse divergência de informação, a preferência seria dada à mulher. O homem poderia questionar a decisão se fosse responsável pela guarda dos filhos.

Ao justificar o veto, o governo disse, por meio da Secretaria-Geral da Presidência da República, que “não há estimativa do impacto orçamentário e financeiro dessa proposição, o que impede juridicamente a sua aprovação”.

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking global de confirmações (2,4 milhões) e mortes (88,6 mil) provocadas pelo coronavírus.

De acordo com reportagem da agência Reuters, publicada nesta terça-feira (28), o Brasil registra a mais elevada média de mortes por dia.

“Com restaurantes, bares, academias e shoppings abertos, o coronavírus encontrou terreno fértil para avançar pelo país, que registrou na semana passada seu maior número de casos semanais desde o início da pandemia: 319.653 infecções, uma alta de 36% em comparação com os 235.010 da semana anterior”, disse a agência.

Brasil

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