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Folha tenta atacar, mas falha e reconhece inocência de Lula

O jornal Folha de S. Paulo, da família Frias, produziu um longo artigo para contestar o Memorial da Verdade, lançado pelo Partido dos Trabalhadores para demonstrar a inocência do ex-presidente Lula, mas falhou em seu intento.

No texto, assinado por Ranier Bragon, o jornal termina por reconhecer a inocência de Lula.

O repórter diz que o Memorial “afirma, por exemplo, que decisões favoráveis a Lula se deram porque a sua defesa, coordenada pelo casal de advogados Cristiano Zanin e Valeska Martins, provou que eram falsas as denúncias feitas pela Lava Jato e que resultaram em duas condenações, nos casos do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia.”

Em seguida, Bragon contesta o Memorial.

“Na verdade, as duas condenações e outras ações foram anuladas devido a decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) relativas a questões processuais.

A primeira, de que a Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgar os casos. A segunda, de que o então juiz Sergio Moro agiu de forma parcial nas ações relativas a Lula.”

O jornalista, no entanto, não menciona que um juiz parcial torna nula qualquer acusação e não menciona que Moro se tornou ministro de Jair Bolsonaro, beneficiado por suas decisões parciais.

Por fim, o próprio repórter da Folha reconhece a inocência de Lula.

“Com isso, o petista retomou sua elegibilidade e a condição de inocente, aplicável a todo cidadão sem condenação penal definitiva.”

Brasil

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