O Brasil inicia operação com 30 mil militares patrulhando nossas fronteiras

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email

O Brasil através das Forças Armadas iniciaram na sexta feira (10) a Operação Ágata 8, que tem o objetivo de combater crimes e irregularidades na fronteira brasileira.

Este ano, em função da Copa do Mundo, a ação vai abranger toda a extensão da fronteira, que tem 16,8 mil quilômetros.

A mesma operação ocorreu em 2013, quando da visita do papa Francisco e da realização da Copa das Confederações.

Nas seis primeiras edições, nos anos de 2011 e 2012, a operação patrulhou somente pontos estratégicos.

Para corresponder com a dimensão das nossas fronteiras o patrulhamento está sendo realizado com um efetivo de 30 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Agregado a esse efetivo existe a participação de agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar dos estados envolvidos.

Estarão integrando essa força os profissionais da Receita Federal e de agências governamentais como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Eles estarão identificando os principais crimes fronteiriços, como tráfico de drogas e armas, contrabando, crimes ambientais e imigração, além de garimpo ilegais.

De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério da Defesa, o posicionamento das tropas para início da “Ágata 8” começou na última semana e a ação foi oficialmente deflagrada às 8h de quinta feira.

Ainda segundo a assessoria, não há prazo para o fim da movimentação, uma vez que dependerá dos desdobramentos da fiscalização. Quando da sua conclusão será divulgado uma balanço da operação.

A Operação Ágata 8 é parte do Plano Estratégico de Fronteiras, criado pela presidenta Dilma Roussseff em 2011.

Antes da deflagração, o governo brasileiro manteve contato com os dez países vizinhos para repasse de informações sobre a movimentação e ação dos militares.

A operação está sob comando do ministro da Defesa, Celso Amorim, e do general José Carlos De Nardi, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.    

Fonte: Mariana Branco /Redação do cljornal

OUTRAS NOTÍCIAS