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Ex-loira do Tchan rebate críticas após ascensão meteórica na PRF

SILMARA MIRANDA

Ex-dançarina do grupo É o Tchan, Silmara Miranda, de 40 anos, viu seu nome voltar a ser notícia nos últimos dias, mas, dessa vez, por um motivo bem diferente. Concursada da Polícia Rodoviária Federal, ela veio a público para rebater críticas sobre sua nova função na corporação.

Silmara tomou posse na PRF em novembro do ano passado, em Florianópolis, após ser aprovada em concurso. Menos de um ano depois, foi nomeada em outubro para um cargo de confiança da comunicação social do órgão, em Brasília.

A mudança ganhou repercussão nas últimas semanas e Silmara foi questionada por colegas sobre a “ascensão meteórica”.

Na última terça-feira (2), a policial rodoviária usou as redes sociais para explicar-se e ainda criticou o jornal Folha de S. Paulo pela matéria que classificou como “profundamente manipulativa“. Sua nota de repúdio rendeu três postagens contínuas no Instagram.

“A matéria sugere que a minha gratidão ao presidente Jair Messias Bolsonaro se refere ao cargo que ocupo hoje na Polícia Rodoviária Federal (PRF). No entanto, a foto, retirada de seu contexto original, foi tirada há um ano, momento em que eu agradecia ao presidente por ter nomeado todos os aprovados do concurso da PRF 2018.”

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a ascensão rápida de Silmara incomodou colegas da PRF que afirmam que a função de chefia é ocupada por pessoas que estão há mais tempo na corporação.

A reportagem ainda diz que os colegas de Silmara que tornaram-se chefes ficaram em lugares distantes antes da ascensão.

A loira, no entanto, foi aprovada para trabalhar no Amazonas e está atuando em Brasília.

“Para esta função não existe absolutamente nenhum critério de antiguidade, sendo um cargo de livre nomeação e exoneração“, afirmou.

A agente garantiu, ainda, que foi uma das poucas que inscreveram-se no processo seletivo interno em busca desse novo cargo. “Apenas 10 se inscreveram manifestando a vontade de morar na capital federal.”

“Tentaram anular meu esforço”
A ex-dançarina considerou que a repercussão foi baseada na “ausência da verdade”, por pessoas com o objetivo de manchar sua imagem e “anular o esforço para chegar onde cheguei”.

Em 2003, aos 22 anos, Silmara integrou o grupo musical É o Tchan para substituir a dançarina Sheila Mello. Natural do Rio de Janeiro, ela permaneceu no “É o Tchan” até 2007, quando passou a se dedicar aos estudos para a carreira policial.

A ex-loira do Tchan já cursou educação física, mas concluiu a formação em jornalismo e MBA em jornalismo estratégico e assessoria de imprensa. Ela destacou que a “vontade de desempenhar um bom trabalho com iniciativa, proatividade e boa comunicação certamente ajudou na escolha para o cargo“.

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