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O investigador de Polícia Civil Marcelo Ribeiro Falcão foi assassinado a tiros em Feira de Santana nessa segunda-feira (11)

Policial civil assassinado em Feira de Santana

O investigador de Polícia Civil, Marcelo Ribeiro Falcão, 51 anos, foi assassinado aos 47 minutos dessa segunda-feira (11), na Rua Manoel da Nóbrega, paralela à BR-116 Norte,  bairro  Novo Horizonte em Feira de Santana.

O policial foi morto com dois disparos de arma de fogo que o atingiu na nuca.

O policial Marcelo era coordenador do Serviço de Investigação (SI) da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam). e residia no bairro Jardim.

“A semana começa pesada, perder um colega de labuta diária, um colega como Marcelo que se prontificava a tudo. Todos estão no local de crime para apurar o que aconteceu e quem foi. A Polícia Civil hoje está triste. Ele atuava há sete anos na Deam e desde 2019 estava no cargo de coordenador”.

Disse a delegada Maria Clécia Vasconcelos ao lamentar a morte do colega.

“Estamos todos contestados com a morte do colega. Realizado o levantamento cadavérico, o veículo foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para realização de perícia. As equipes estão na rua diligenciando, no sentido de elucidar este homicídio. Havia perfuração de arma de fogo em um dos vidros do lado do motorista.

A delegada Ludmila Vilas Boas e Santos que realizou o levantamento cadavérico, informou que o corpo do policial foi encontrado a cerca de 300 metros do veículo, onde foi baleado.

Descreveu também que o banco onde o motorista se encontrava, (ele) apresentava sangue. O veículo desceu uma pequena ribanceira na via pública.

Estava em uma posição como se tivesse sido abandonado, com as portas abertas.

O corpo estava a cerca de 300 metros à frente. Imagina-se então, diante disso, que a ação delituosa tenha começado no interior do veículo”, relatou.

A delegada constatou que não havia rastros de sangue. “Aparentava que ele desceu do veículo, provavelmente já baleado, e teria tombado mais adiante onde a pessoa finalizou o disparo, porque só tinha um disparo no vidro”,

O delegado Roberto Leal, coordenador Regional de Polícia (1ª Coorpin), informou que as imagens de câmeras no entorno do local do crime serão analisadas e podem auxiliar na elucidação do crime. Quando houver  maiores informações elas serão passadas para a imprensa.

cljornal

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