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A salvação nacional será a derrota de Bolsonaro nas eleições deste ano/por Carlos Lima

Simulação a partir das informações obtidas

A salvação do país só tem uma saída, derrotar Bolsonaro na eleição deste ano. Elegendo o adverso deste genocida que difunde e pratica um governo individualista, entreguista, homofóbico, corrupto e maligno..

Mesmo para os falsos puritanos e radicais, ficou difícil de negar o canto convicto em favor das liberdades individuais, culto religioso, gênero e repúdio a tudo que Bolsonaro representa, ocorrido na primeira parada Gay/LGBT, após quase dois anos de pandemia.

O governo do nosso país é infame. O trágico assassinato do jornalista Inglês Dom Philipps e do indigenista brasileiro Bruno Pereira trouxe mais uma vez informações para o mundo sobre o que está previsto e acontecendo contra as populações ribeirinhas e indígenas nas regiões da Amazônia brasileira.

Com as grandes mudanças políticas que bafejam Argentina, Chile Peru e recentemente a Colômbia, é certo que, inevitavelmente, não consigam evitar  que o Brasil consiga por um fim nesse governo absolutista e militarista de Bolsonaro, que destruiu as riquezas do país, penalizou a classe trabalhadora pelo desemprego, colocando-a na indigência.

Não podemos temer as investidas de Bolsonaro contra as eleições ou a tentativa de uma reedição de 1964. Estamos muitos distantes dos anos 60 quando se tramou, montou e executou uma revolução militar golpista no país, com ajuda dos EUA.

A situação não será tão moderada como anteriormente. As condições objetivas na atualidade são simplórias. Não se induz como anteriormente a luta contra o comunismo. As reações serão de cunho legal, social e de economia de mercado, entre outras possibilidades bem mais concretas e das instituições.

Os que pensam ou procuram tramar em favor de um golpe não conseguem cooptar a totalidade do mercado, deixando-os inseguros em definir o momento, aprofundando cada vez mais  sua inviabilidade.

O único resultado praticamente previsto no momento atual é a vitória, Lula Alkmin, nas eleições de outubro próximo.

É bem verdade que o poder democrático é poder desarmado, é uma fragilidade reconhecida diante do poder bélico. Mas os impactos nacionais e internacionais constroem uma audaciosa força que poderá gerar consequências insustentáveis para qualquer tipo de golpe.

Vamos manter viva a frente de resistência antifascista e a consciência de uma era tecnológica e de Inteligência Artificial. Vamos em frente.

Elejamos Lula e Alkmin para o bem do povo brasileiro.

Carlos Lima

 

 

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