Alice Portugal nega ter sido convidada para concorrer como vice de Rui Costa

 

Foi só falar que uma mulher poderia compor a chapa majoritária do PT, encabeçada pelo secretário da Casa Civil, Rui Costa, para iniciar as especulações em torno de um nome.

A deputada federal Alice Portugal (PcdoB) foi uma das que foram lembradas pela imprensa, segundo que ela mesma afirmou em entrevista para uma emissora de rádio da capital baiana nesta quinta-feira (9).

“Essa possibilidade surgiu na imprensa, mas eu nunca recebi convite. Conversamos com o governador (Jaques Wagner) este ano sobre o PCdoB, sobre os espaços que serão abertos, mas não se falou nisso. Não surgiu nem dele nem de Rui, que é um menino muito competente. Vamos conversar sobre isso se me procurarem, mas, até então, sou candidata a deputada federal”, esclarece.

A deputada comunista também criticou a participação de juiz no pleito de outubro próximo, embora negue que tenha se referido à presença da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, que concorre a uma vaga no Senado na chapa comandada pela senadora Lídice da Mata (PSB).

Em nota enviada pela Assessoria de Comunicação, a parlamentar destacou ainda que tem admiração pela ministra Eliana Calmon e que não foi irônica quanto à sua candidatura. “Avalio como positiva a candidatura da magistrada Eliana Calmon, uma mulher de postura indubitavelmente ilibada, que só vem engrandecer a política”.

Sobre o apoio ao projeto do governo baiano, a deputada, que tenta a reeleição, diz que no estado há uma tendência muito forte de o PCdoB estar com o governador Jaques Wagner. “Estaremos com a coalizão, a não ser que exista alguma circunstância, que não está no horizonte, mas não hostilizaremos a candidatura de Lídice da Mata. É tudo a mesma árvore e ela é uma pessoa que ajudou a construir esse projeto. A escola é boa (Lídice foi do PCdoB)”.

Questionada se o PCdoB é um partido a serviço do PT, Alice foi enfática. “De jeito algum. Em alguns estados, como o Maranhão, não estamos juntos. Em Pernambuco, vamos apoiar a presidente Dilma porque isso é uma decisão. No Espírito Santo, também não estamos com o PT. O PT também não nos apoiou com Manuela D’Àvilla, que é um fenômeno eleitoral para prefeita de Porto Alegre. A nossa aliança nacional com o PT é estratégica.

Fonte: Vitor Fernandes

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