Futura ministra Damares é fundadora de ONG acusada de tráfico de crianças

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A nova ministra de Bolsonaro, Damares Alves, mal foi indicada para chefiar o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e já chamou a atenção por declarações incoerentes.

Não bastasse isso, ela também é fundadora de uma ONG acusada de tráfico de crianças e incitação de ódio aos indígenas, segundo noticiou a Folha de S. Paulo.

A ONG Atini é alvo de acusações do Ministério Público e de indigenistas por tráfico e sequestro de crianças e incitação ao ódio contra indígenas.

A Funai, que ficará sob o comando de Damares, foi notificada pela Polícia Federal, em 2016, para dar informações sobre casos de exploração sexual e tráfico de índios, quando a ONG Atini foi citada pela Fundação.

Dentre os processos judiciais contra a ONG, o principal, segundo a Folha, investiga uma adoção ilegal de  um bebê indígena para uma família fluminense.

Segundo o processo, uma adolescente indígena de origem sateré-mawé  foi levada por um tio materno para uma Chácara da ONG Atini, lá a adolescente engravidou de um rapaz de outra tribo e a criança foi colocada para adoção sem autorização da mãe.

Um casal, de classe média de Volta Redonda (RJ), adotou o bebê e alegou que a mãe possuía problemas mentais.

Atualmente, a mãe está morando em sua tribo, no Amazonas, e o Ministério Público pede o retorno da criança para ela.

Ainda segundo a Folha, os procuradores declararam que houve distorções sobre a história para que fosse justificado como uma adoção por conta de incapacidade da mãe.

“(A história) foi distorcida e retorcida até parecer uma adoção comum de uma criança vulnerável de uma mãe incapaz por um casal de classe média de Volta Redonda.

(…) mais um exemplo da atuação sistemática de grupos missionários contra os povos indígenas e seu modo de vida”, alegaram os procuradores.

BC

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