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Lídice da Mata faz a primeira crítica ao governo Jaques Wagner

A senadora Lídice da Mata (PSB), pré-candidata ao governo da Bahia garantiu que não vai adotar um discurso auxiliar ao Partido dos Trabalhadores durante a campanha político-eleitoral no estado, mesmo tendo feito parte da base de Wagner e Dilma até o final do ano passado.

A presidente do PSB na Bahia afirmou que “o modelo de gestão de Wagner se esgotou e as pessoas não querem um retorno ao passado”, essa foi a primeira crítica da senadora com vista as eleições desse ano.

O modelo de gestão se esgota num determinado momento e é preciso construir novo. E construir novo e para frente não é construir apontado o dedo. A cabeça do eleitor está mudando muito, disse Lídice.

Afirmou ainda que o eleitor quer alguém que apresente coisas que ele possa acreditar e que podem mudar e ela acredita nisso.

Disse também que não é uma linha auxiliar do PT. Que ela sempre teve independência, e nunca foi PT.

Quando prefeita de Salvador o PT lhe apoiou pela metade, se dividiu na época, uma parte deu apoio crítico, rompeu ela dentro do governo, lançou uma candidatura que bateu na sua gestão mais do que a candidatura do PFL, naquela época.

Lídice tem uma caminhada independente do PT como liderança política em Salvador e no estado.

Estava aliada ao PT para acabar com a hegemonia do carlismo no estado e isso passou.

Essa tarefa histórica já fizemos na Bahia, agora temos novos desafios: a construção de uma Bahia moderna, desenvolvida, com inclusão social e sustentabilidade ambiental. Esse é o desafio do futuro.

A etapa que o governo de Wagner cumpriu foi a ampliação dos serviços, nós queremos agora a qualificação dos serviços e foi isso o que a rua falou”. Desabafou a senadora Lídice da Mata.

Depois de comentar e lamentar as críticas feitas no site do PT ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse que “o Brasil não é divido entre PT e PSDB. E que essa é uma divisão paulista e esse conceito paulista de dominação do quadro brasileiro em que sempre se planeja uma eleição plebiscitária e ela não acontece há algum tempo.

Concluiu lembrando que Lula foi para o segundo turno e Dilma também. Nada indica que não tenha um segundo turno nessas eleições de 2014.  

Fonte: Redação cljornal com informações da Rádio Metrópole

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