Temer nega que a intervenção federal do RJ tenha interesses eleitorais

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Presidente Michel Temer fala sobre intervenção no Rio de Janeiro

O presidente Michel Temer e o Palácio do Planalto negam que a intervenção federal autorizada no Rio de Janeiro tenha interesses eleitorais.

 O ex-presidente Lula acusou Temer de tentar ocupar o “nicho de eleitores” do deputado Jair Bolsonaro ao decretar a intervenção. Atualmente, Temer possui apenas 1% das intenções de voto, segundo dados do Datafolha.

Uma tropa de 250 homens realizou operação nesta quarta-feira (21) na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, no Rio de Janeiro.

Os militares instalaram detectores de metais na unidade e foi aberta sindicância para apurar suspeita de que agentes penitenciários facilitaram a entrada de 48 celulares encontrados no presídio. “Intervenção inicia combate à corrupção nos presídios”, revela a manchete do Globo.

Além de reduzir a violência, um dos objetivos do General Braga Netto durante a intervenção no Rio é fazer a recuperação operacional das polícias estaduais por meio da compra de itens básicos, como novas viaturas.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, analisa a possibilidade de emprestar R$ 1 bilhão para o Estado. “Sem verba certa, plano quer equipar polícia do RJ”, sublinha a manchete da Folha.

A suspensão da reforma da Previdência vai obrigar o governo a cortar R$ 14 bilhões do Orçamento de 2019, valor que seria poupado se as mudanças nas regras da aposentaria fossem aprovadas. A equipe econômica vai revisar políticas públicas e programas para decidir aonde economizar.

O Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas já conseguiu reduzir gastos bilionários com medidas como a revisão do auxílio-doença e do FIES. “Sem reforma, governo terá de cortar R$ 14 bi no próximo ano”, destaca o título principal do Estado de S. Paulo.

 G1

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